quinta-feira, 23 de junho de 2016

Senadores discutem com ministro permanência do Exército em Corumbá


Senadores e prefeito pedem ao ministro da Defesa atenção a Corumbá
Foto: Luís Carlos Campos Sales / ASC Moka
A manutenção da 18ª Brigada de Infantaria e da 18ª Companhia de Comunicações do Exército em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, foi o tema da audiência que senadores e o prefeito corumbaense, Paulo Duarte, mantiveram nesta quarta-feira (22) com o ministro da Defesa, Raul Jungmann.
“A notícia de que os contingentes podem ser desativados pegou o município de surpresa, deixando a população extremamente preocupada”, revelou o prefeito Paulo Duarte, que chama a atenção para a grande extensão territorial de Corumbá, a segurança na fronteira e o significado histórico da presença do Exército no município.
Na condição de coordenador da bancada sul-mato-grossense, o senador Waldemir Moka (PMDB) explicou ao ministro Jungmann a importância da manutenção daqueles contingentes em Corumbá. De acordo com Moka, é fundamental que, para a tomada de uma decisão desse porte, seja levada em consideração a segurança da fronteira.
Paulo Duarte explicou que há cerca de dois anos o Exército lhe havia solicitado uma área maior para a expansão geográfica dos contingentes militares. “Nós, inclusive, providenciamos a nova área, devida e legalmente, e, agora, somos surpreendidos com a notícia de que os contingentes serão desativados”, lamentou o prefeito.
A senadora Simone Tebet (PMDB) destacou ao ministro a necessidade de manutenção das referidas unidades do Exército em Corumbá: “O município tem importância estratégica para o Brasil, mesmo, muito além da questão específica do Mato Grosso do Sul, e a presença do Exército, no local, empresta indispensável sensação de segurança à fronteira”.
Na opinião do senador Pedro Chaves, “Corumbá é uma fronteira seca, extremamente perigosa, se constituindo em porta de entrada do tráfico de drogas, daí a necessidade extrema de manutenção das guarnições do Exército, no município, justamente o que viemos pedir ao ministro da Defesa”.
“Nenhuma decisão será tomada a respeito da desativação das guarnições do Exército em Corumbá sem que nova conversa aconteça com os senhores senadores e deputados federais de Mato Grosso do Sul”, afirmou o titular da Defesa.
Ao deixar a reunião, o senador Moka considerou “essencial que o ministro Jungmann haja firmado o compromisso de que nenhuma decisão será tomada sem que a bancada e o prefeito sejam ouvidos, garantindo, ainda, que ele, o ministro, se considerava muito sensível à reivindicação do Mato Grosso do Sul”.
Participaram da audiência, além de Moka, os senadores Pedro Chaves (PSC) e Simone Tebet (PMDB). O deputado federal Dagoberto (PDT) se fez representar por sua assessoria, em virtude da impossibilidade de comparecer pessoalmente. O ministro Jungmann estava acompanhado de assessor parlamentar vinculado ao Exército.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Mais um do PT sendo processado por corrupção: Janot pede que STF receba denúncia contra deputado Vander Loubet


Mais um do PT sendo processado por corrupção:


Janot pede que STF receba 

denúncia contra deputado Vander Loubet

Parlamentar do PT-MS é acusado de integrar organização criminosa.
Segundo denúncia, grupo teria recebido R$ 1 milhão entre 2012 e 2014.


Discordando dos argumentos da defesa do parlamentar petista, o procurador geral da República reiterou pedido para abertura de processo no STF o sobrinho do ex-governador Zeca do PT. Dá até a impressão que agora a PGR vai começar a caçar os "bagrinhos" para deixar os peixes grandes do PT e do PSDB mais tranquilos, passando a impressão de que não está havendo um esquema seletivo no tratamento aos denunciados por corrupção e que  "todos são iguais perante a Lei". ( Valdir Cardoso).



LEIA A ÍNTEGRA DA MATÉRIA PUBLICADA PELO G1 AGORA À TARDE:

http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/2016/06/janot-pede-que-stf-receba-denuncia-contra-deputado-vander-loubet.html

GRUPO DO PMDB TEM CINCO BONS NOMES PARA A PREFEITURA DA CAPITAL


         
Foto que ilustrou a matéria, com a presença do deputado Mocchi é do período em que Sérgio Longem era o candidato.


              Em sua edição de hoje o jornal Correio do Estado publicou em sua página 3 uma matéria requentada, já divulgada há mais de 15 dias na qual o PR anuncia que integrará a chapa da professora Rose "acima de qualquer suspeita" Modesto na disputa pela prefeitura da Capital.

             Até aí nada de demais, pois na campanha antecipada dos candidatos governistas tudo vale, tudo pode, mas o que se torna estranho é que a reunião do PR para acertar a adesão ao PSDB foi com a presença do presidente do PMDB, deputado Junior Mocchi, presidente da Assembléia que no caso e em outras ocasiões tem se comportado como o verdadeiro líder do governador Reinaldo Azambuja na casa.  Alguém sabe informar se o deputado coxinense está abandonando o barco peemedebista, já que ele é uma das crias do ex governador André Puccinelli?

           O estranho de tudo isso é que o grupo que ainda está discutindo a sucessão em torono do PMDB conta com cinco prováveis candidatos de peso, dentre eles Nelsinho Trad (PTB), deputada federal Tereza Cristina (PSB), deputado federal Henrique Mandetta (DEM) . deputado estadual Márcio Fernandes (PMDB) e, porque não o próprio ex-governador André Puccinelli? Tudo sem contar que se o candidato escolhido for o ex-prefeito Nelsinho Trad o PDT poderá fazer parte da chapa indicando a ex-vereadora Tereza Name como vice.

          Nem sempre deixar de ser cabeça de chapa ou participar dele significa "jogar a toalha", pois o recuo pode ser uma estratégia. Alguém se lembra como o PSDB cresceu na sobra e nas sobras do PMDB. Na última gestão de Nelsinho o grupo venceu a eleição com chapa pura, com o vereador Edyl Albuquerque de vice. O PSDB abriu mão de tudo, menos de continuar participando da administração.

  

terça-feira, 21 de junho de 2016

Artigo/ POBRES INDIOS GUARANY, POBRES PRODUTORES RURAIS DO MS



*Ramão Ney Magalhães
Produtor rural Ramão Ney Magalhães, um dos fundadores da Famasul.



Para expor minha opinião sobre a questão fundiária regional ora existente peço licença aos antigos parceiros índios Guarany da Fronteira, trabalhadores dos “ervais” cuja produção consolidou o desbravamento e colonização desta nova Querência criada e adotada pelos nossos avós rio-grandenses do sul nas últimas décadas do século dezenove.
Pedido extensivo aos companheiros produtores rurais em especial aos mais jovens, e demais protagonistas do atual agro-negócio.
    
A produção de ERVA-MATE foi o principio de tudo.
Fundada no inicio de 1880 a Empresa Matte Larangeira (com G mesmo) a economia floresceu e sua produção e exportação criaram a base econômica da primeira fase do desenvolvimento regional.
Isso só foi possível com os índios Guarany trabalhando no “corte e colheita das folhas verdes” tendo como coadjuvantes os paraguayos também nativos dos dois lados de nossa fronteira como mayordomos/capatazes, tamboreiros/sapêco, urús/barbaquazeiros na operação de secagem e cilindreiros na moagem e ensacamento.

A pecuária extensiva existiu e se afirmou em função da existência daqueles milhares de trabalhadores compradores/consumidores de carne.
  
Em meados do século passado na minha vida rural já adulto e casado, arrendando Ervais e ainda empreitando derrubadas de Matas para formação de pastagens artificiais no vale do Alto Rio Amambay – Guassuty – na forquilha com o Rio Corrientes, antes município de Ponta Porã e hoje situado no progressista Aral Moreira, o município de maior “renda per-capita” do MS tive a oportunidade de viver capítulos marcantes desta história.

Na época, os índios Guarany e suas famílias eram os únicos trabalhadores capazes e aptos ao árduo trabalho de corte/colheita e transporte das folhas verdes dos ervais nativos. Arranchados com suas famílias no meio das matas, criteriosamente alcançavam uma alta produtividade naquela operação. Na disputa pela sobrevivência e por maiores ganhos financeiros eu assisti muitos “mineiros”, denominação dada a esses operários de carregarem nas costas, fardos de folhas crúas pesando até 400 quilos.
   
Hoje, nos maduros 81 anos de idade talvez como um dos poucos sobreviventes da fase ervateira ainda em atividade no setor rural, posso e tenho a obrigação de dar depoimentos que atestem uma parte da verdade esclarecedora sobre este impasse social/fundiário de Amambai-Ponta Porã-Dourados-Caarapó-Iguatemi.


Assim sendo quando alguns anos atrás a FUNAI antecipando-se da publicação no Diário Oficial da União, com Ato do Presidente Collor que expropriava Terras, a FUNAI surgiu no Guassuty na calada da noite com caravanas de automóveis e caminhões carregando centenas de famílias indígenas oriundas da região de Aquidauana e Bodoquena. Invadiram e acamparam em Fazendas altamente produtivas com confinamentos de gado de corte, produção de sementes de soja, avicultura, apicultura de alto nível inclusive com reservas de matas naturais e biodiversidade seletiva na produção de mel. Essas reservas foram estupradas e dizimadas selvagemente pela inocência e falta de conhecimento dos novos donos tutelados do Governo Federal. Hoje essas áreas abrigam maltratados e mal assistidos pobres e improdutivos seres humanos sem expectativa de um futuro melhor. E os antigos proprietários foram simplesmente expulsos pelo Governo Federal. No meu ponto de vista a Constituição foi desobedecida e os Governantes seguintes avalizaram o crime de responsabilidade social e fiscal. O Collor foi cassado por outros crimes.

Na mesma ocasião aconteceu a expropriação da área do senhor Jota Moraes e a população da região conheceu mais abusos da FUNAI. A sociedade de Amambai conhece o triste fim da família Moraes. E os índios lá assentados, confinados e sem assistência sobrevivem com cestas básicas do governo, sem nada produzir para conquistar sua dignidade.
Paralelamente à minhas atividades rurais particulares, iniciei em 1958 e exerci por longos anos a função terceirizada de Avaliador e Fiscal de Crédito na Carteira Agrícola do Banco do Brasil na região dos atuais conflitos, e um dos Documentos exigidos pelo Banco Central do Brasil para a liberação dos créditos e hipoteca do Imóvel era a CERTIDÃO TRINTENÁRIA da Escritura/Matrícula e Registros Cartorários da Propriedade do mutuário.
Entendo e tenho convicção de que os dois lados da Questão têm razão!
Os proprietários/produtores rurais compraram e registraram as terras.
A FUNAI ligada a Presidência da Republica sempre foi incapaz, irresponsável e incompetente na tutela dos Índios.  A solução deste grave impasse está nas mãos do Congresso Nacional!

*Produtor Rural na ativa em Amambai/Dourados.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Enquanto isso no Face: SOU ANTIGO, CONFESSO




Na prefeitura, com o líder da bancada vereador Yvon Moreira do Egyto Filho.  
Valdir Cardoso (*)


 
O Face me fez lembrar de uma postagem que apliquei há 3 anos e, diante da coerência dos fatos, transcrevo-a abaixo neste momento, que julgo bem apropriado, quando centenas de "bem intencionados" defensores das mudanças que não deram certo na Prefeitura e nem no Estado estarão visitando os lares campo-grandenses pedindo apoio para continuar no Legislativo ou para dar uma renovada geral. Mas tenham certeza, desde já, não chegam nem perto daqueles que honraram a representação popular em época em que vereador, inicialmente, não eram remunerados, viviam do salário que recebiam pelo labor em suas áreas na atividade profissional.

   Na foto abaixo estou ao lado do professor da FUCMAT e, posteriormente UCDB, Dr. Yvon Moreira do Egyto Filho, o Bock, que foi mestre de muitos advogados que se destacam até hoje entre os melhores causídicos do nosso Estado. Vereador durante 10 anos, quando foi líder do prefeito na Câmara Municipal da recém instalada capital de Mato Grosso do Sul, quando assumi o cargo de prefeito por ser o presidente do Legislativo e continuou após a posse do engenheiro Heráclito José Diniz de Figueiredo. Yvon professor titular ministrava aulas de uma matéria denominada Teoria Geral do Estado.
  


Sou tão antigo,mais tão antigo que"no meu tempo" vereador não tomava café da manhã as custas da Câmara... tomava cafezinho na casa dos eleitores, os quais visitava constantemente e ainda levava,vez por outra,o pó e o adoçante. No meu tempo vereador tinha o respeito da população. No meu tempo, só para ilustrar, vereador tinha vergonha na cara.‪#‎FALEI‬. Bom dia amigos e vamos prá rua. (Valdir Cardoso).

sexta-feira, 17 de junho de 2016

CORAL UFMT SE APRESENTA EM CAMPO GRANDE







No próximo dia 23 de junho, quinta-feira, o CORAL UFMT se apresentará em Campo Grande, no campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, sob a regência da Maestrina Dorit Kolling. A primeira apresentação será um ensaio aberto, às 17 h, no saguão da FACOM e a segunda às 19h30min, no Auditório 1 do Espaço Multiuso.
As apresentações do CORAL UFMT são organizadas pela Coordenadoria de Cultura da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, através de dois projetos vinculados a ela: Mais Cultura UFMS e Movimento Coral da UFMS. As apresentações contarão com a participação do CORAL DA UFMS e nelas será interpretado repertório variado, do cancioneiro popular e erudito.
Informações: Manoel Rasslan (99981-8523) ou pelo email camaraviva@gmail.com
BREVE HISTÓRICO DO CORAL: CORAL UFMT
O Coral da Universidade Federal de Mato Grosso – CORAL UFMT – criado em 29 de abril de 1980, pelo prof. Dr. Gabriel Novis Neves e prof. Benedito Pedro Dorileo, reitor e vice-reitor respectivamente, desenvolve há 36 anos um trabalho musical voltado aos estudantes de diversos cursos da Universidade, professores, servidores e comunidade em geral. Realiza um repertório variado que abrange a música erudita, popular, folclórica, sacra e regional, além do repertório sinfônico.
Desde sua criação, o Coral UFMT divulga seus trabalhos muito além dos muros da
universidade e das fronteiras mato-grossenses. Concertos no Uruguai, no Paraguai e na
Argentina constam em seu currículo ao lado de diversas apresentações por Mato Grosso e pelo Brasil. No país, alguns Estados que receberam concertos do grupo incluem Rio de Janeiro (10o Concurso de Corais do Rio de Janeiro), São Paulo, Minas Gerais, Paraíba, Sergipe, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, e Rio Grande do Sul. Realizou inúmeras apresentações e concertos em Cuiabá e em diversas cidades do interior do estado, além de ter organizado e realizado os 1°, 2° e 3° Encontro Internacional de Coros de Cuiabá (1998, 2000 e 2005), o Encontro de Coros na UFMT (2002), e também a também a primeira ópera realizada em Mato Grosso, “A Flauta Mágica” de Wolfgang Amadeus Mozart, ao lado da Orquestra Sinfônica da UFMT, em 2006. Cabe destacar também a realização, em 2007, da Cantata Profana “Carmina Burana”, de Carl Orff, e espetáculos como “Brasil, Música Armada” e Coral UFMT Canta Chico”.O Coral UFMT já teve à sua frente os regentes Peter Ens, Vilson Gavaldão de Oliveira. e, atualmente, está sob a supervisão de Naíse do Vale Santana e preparação vocal de André Vilani. A Direção Artística e Regência do Coral UFMT estáa cargo, desde agosto de 1989, da Maestrina e Profa Mestre Dorit Kolling.
DORIT KOLLING - BREVE CURRÍCULO DA REGENTE Dorit Kolling, nascida em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, é graduada em Licenciatura em Educação Artística – Habilitação em Música no Instituto de Artes da UFGRS, Especialista em Música Brasileira pela UFMT e Mestre em História, pelo programa de Pós-Graduação em História pela UFMT. Mudou-se para Cuiabá em 1988, e trabalhou então no Conservatório Musical de Mato Grosso e no Coral Municipal de Cuiabá. Desde outubro de 1988 é professora do Departamento de Artes da Universidade Federal de Mato Grosso e, desde agosto de 1989, é Diretora Artística e Regente do Coral UFMT, com o qual participa de diversas apresentações, concertos e encontros de coros em Cuiabá, interior do estado e em vários estados da Federação, cidades da Argentina e do Uruguai, além de participar de concertos com a Orquestra Sinfônica da UFMT. Em 2006 preparou o Coral UFMT, alguns solistas e atuou como regente interno e fez a direção de palco da ópera “A Flauta Magica Participa, como professora convidada, de cursos, oficinas e laboratórios corais em Belo Horizonte, Itajubá e interior do estado de Mato Grosso e foi professora-regente do Coral do TRT-23° região, um projeto de qualidade de vida do servidor da justiça do trabalho. Foi membro da ABRC (Associação Brasileira de Regentes de Coros), fazendo parte da sua diretoria, bem como do conselho editorial da Revista Canto Coral desta mesma Atua também como produtora cultural na cidade de Cuiabá, tendo desenvolvido e coordenado projetos como “1°, 2° e 3° Encontro Internacional de Coros de Cuiabá”, 1° e 2° Painel de Regência Coral de Mato Grosso” além de ter participado de outros projetos
como “Cuiabá Encanta”, “Divina Música”, entre outros

quarta-feira, 15 de junho de 2016

QUE MUDANÇA? MUDOU SIM... PARA PIOR



Mataram o "empresário" da fronteira, o Jorge Rafatt, confronto entre índios e PROPRIETÁRIOS RURAIS entram em guerra , morrem inocentes dos dois lados, AÉCIO e TUCANOS são denunciados, babacas do PT esquecem os benefícios oferecidos pela TUCANALHA ao JBS que recebe renúncia fiscal do "desgoverno" do "Reizinho", Sérgio de de "Paula" (QUEM?) domina a "IMPRENSA" DE MS, marqueteiros do mensalão mineiro estão mandando no governo da mudança, montaram um jornal para o Gugu, largaram o imbecil com a broxa na não... então, vocês devem estar pensando que eu vou dizer: PAREM O MUNDO QUE EU VOU DESCER? nunca, JAMAIS. Agora que a guerra vai começar e pra mostrar que estou sabendo de muita coisa, vou só passar uma informação: Já tem investigação na cola do operador IVANILDO. O AJ, mamando nas tetas do governo da mudança está rolando de rir. Por favor, meus amigos, Não curtam, não compartilhem e nem comentem. Se alguém achar que eu disse alguma inverdade, conteste, façam média com o poder e quem achar que estou mais ou menos certo pode mandar mensagem in box.