terça-feira, 21 de julho de 2015

EMPRESA INVESTIGADA PELA "LAMA ASFÁLTICA" TERIA PARTICIPADO DO ESQUEMA PARA CASSAR BERNAL





OJORNALMS – DA REDAÇÃO


Segundo o Ministro Teori Zavascki, o trabalho da Polícia Federal e do Ministério Público foi tão eficaz durante as investigações que redundaram na Operação LAVA JATO que “Ao puxar uma pena, sai uma galinha”. Aqui no Mato Grosso do Sul, com a operação LAMA ASFÁLTICA pode se dizer que se puxar “uma pena de garça pantaneira sai uma ave preta toda suja de óleo, que bem examinada chega-se à conclusão de que se trata de um urubu”, dada a eficacia nas investigações e na abrangência das descobertas que apontam vestígios de ligações das empresas focadas como possível patrocinadora da “CPI da Inadimplência” que culminou com a cassação do prefeito eleito Alcides Bernal pela Câmara de Vereadores.
Como se sabe os lobistas Luiz Pedro Guimarães e Raimundo Nonato de Carvalho, que assinaram o pedido para a instalação da Comissão Processante contra o chefe do Executivo apresentaram como motivo o relatório da CPI da Inadimplência, presidida pelo vereador Paulo Siufi (PMDB), possibilitando a cassação de Alcides Bernal, que foi substituído pelo seu vice Gilmar Olarte.

PRESSÃO PRO SOLURB

A pressão que o então ocupante do cargo de prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal, sofreu por parte dos vereadores, tendo a frente o presidente da Casa, Vereador Mário Cesar, era no sentido de que pagasse imediatamente uma dívida com a Solurb, que girava em torno de 4 milhões de Reais, mas que não vinha sendo quitada por determinação da justiça, que havia concedido uma liminar a outra empresa participante da licitação contestada e tida como fraudulenta. Além do pagamento à Sourb, os vereadores exigiam que outro débito com uma empresa de cobrança –RDM- também fosse quitada.
A participação do empresário João Amorim, da PROTECO, na Solurb  se dá através do acionista majoritário da empresa responsável pela coleta do lixo na capital, Luciano Dolzan, que é seu genro.

SEMY FERRAZ

O ex deputado estadual, engenheiro Semy Ferraz, na ocasião secretário de infraestrutura, foi à imprensa e fez graves denúncias contra a atuação de João amorim dentro da prefeitura, o que teria provocado a sua saida do cargo já na administração de Gilmar Olarte, que teria demitido o secretário oriundo da administração anterior atendendo a exigência do empreiteiro mor da prefeitura há vários anos.

COM OLARTE FICOU TUDO EM CASA

Nas redes sociais, sites e outros órgãos de imprensa não comprometidos começaram a divulgar as irregularidades cometidas na atual administração de Campo Grande , que chegou ao cúmulo de nomear uma “representante do empreiteiro João Amorim, a engenheira Renilda Ota Myiazato, para comandar o setor de Gestão de Contratos da Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Transportes, conforme denunciou o site MS NOTÍCIAS, que transcrevemos na íntegra: 


 eloísa Lazarini | 10 de Julho de 2015 às 15:20

“Com "aliada" na Prefeitura, João Amorim pode ter faturado mais de R$ 60 mi em 2015Foto: Correio do EstadoFoto: Correio do Estado

Depois da nomeação da engenheira Renilda Ota Myiasato na Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação, a Proteco Engenharia, empresa de João Alberto Krampe Amorim dos Santos, tem aumentado mês a mês os ganhos com serviços prestados para prefeitura de Campo Grande. Renilda chegou a assinar atas como representante da Proteco em licitações da Prefeitura, como das obras de recapeamento da avenida Guaicurus. 

A maioria dos serviços executados pela Proteco são de obras como "Tapa-Buraco" e cascalhamento, embora as ruas da cidade estejam cada vez mais esburacadas, e os valores recebidos pela empresa e por outras duas empreiteiras ligadas a João Amorim somam mais de R$ 30 milhões. 
Coincidência ou não, em três de dezembro de 2014, a engenheira Renilda foi nomeada pelo prefeito Gilmar Olarte para exercer cargo em comissão de Diretora de Gestão de Contratos, justamente na Seintrha, ou seja, é Renilda quem gerencia todos os contratos em andamento na secretaria como obras, manutenção de vias, limpeza, incluindo o contrato bilionário com Solurb, que recebe quase R$ 10 milhões por mês pela coleta e tratamento de lixo na Capital. Em apenas cinco meses, só a Solurb recebe R$ 41.955.126,58.  A Solurb é formada pelas empresas Financial, de Fernando Garcia,LD Construções Ltda, de Luciano Dolzan, genro de João Amorim.
Saiba Mais
·                                 Prefeitura pagou mais de R$ 65 milhões, este ano, às empresas ligadas a João Amorim
·                                 Lama Asfáltica: empresas investigadas faturaram mais de R$ 30 mi em 5 meses na gestão Olarte
·                                 Polícia Federal deflagra operação para desarticular "esquema" de empreiteiro João Amorim
A LD teve seu capital aumentado de R$ 6 milhões para R$ 35 milhões em menos de um ano, conforme informações da Polícia Federal divulgadas ontem durante operação Lama Asfáltica, que apreendeu documentos e mais de R$ 700 mil em dinheiro na casa de João Amorim. Só a Anfer faturou R$ 8.125.262,97 milhões de janeiro a maio deste ano em serviços prestados para Prefeitura.
E conforme dados do Diogrande, a, suposta, influência que João Amorim exerce sobre contratos da Prefeitura pode ser ainda maior e, atingir esfera federal já que, em 18 de dezembro de 2014, Renilda foi designada para comandar a Unidade de Gerenciamento de Programas Especiais, que trabalha, exclusivamente, com recursos federais.
Renilda é responsável direta pela execução de obras na Capital com recursos do Programas de Aceleração do Crescimento (PAC) I e II que incluem: Programa Pró-Transporte, Mobilidade, Pavimentação e Qualificação de Vias e também Programa Saneamento Para Todos. O PAC Mobilidade Urbana, por exemplo, assinado, em maio de 2014, destinou R$ 180 milhões para Capital. Dentre as obras em andamento, que incluem construção de corredores de ônibus e pavimentação asfáltica, a Proteco figura entre as empresas executores do serviço.


quinta-feira, 16 de julho de 2015

SUCESSÃO MUNICIPAL: NANICOS SONHAM EM REPETIR BERNAL

       

          Os chamados grandes partidos enfrentam uma situação diferente na fase de articulação para a campanha eleitoral de 2016 com rejeição alta, pré-candidatos pensando em deixar suas fileiras e buscar partidos médios e pequenos para terem melhores condições de disputa . A falta de nomes fortes deixa PT, PMDB e até mesmo o PSDB numa situação complicada para a montagem de uma chapa competitiva. PT e PMDB têm nos dois ex-governador Zeca e André Puccinelli, nomes que seriam mais fortes, de acordo com pesquisas mas que também têm rejeição devido ao tempo em que estão na vida pública. Curiosamente as duas siglas também sofrem com outros potenciais candidatos que estão de malas prontas para deixar suas fileiras para concorrerem ao pleito exatamente por pequenos partidos. Marquinhos Trad tenta ingressar no PSD e Ricardo Ayache luta pelo mesmo partido e ainda negocia com o PTB. O PSDB, que conquistou o governo do estado em 2014 tem na vice-governador Rose Modesto o nome que seria sua principal aposta para dar sequência a escalada de poder da sigla. Rose , no entanto, ainda enfrenta fortes desconfianças dentro do próprio ninho dos Tucanos sendo que há pelo menos dois projetos alternativos para a sua candidatura que não aparecem com destaque nas principais pesquisas.
 Na verdade o partido do governador tem procurado desviar a conversa quando aparece o nome da conselheira Marisa Serrano como provável candidata dos tucanos.   Pequenos Por conta dessa fragilização das siglas consideradas como maiores , pequenos passam a ter maiores possibilidades para entrar na disputa com melhores condições de que, se emplacar um discurso certo, possam até ganhar a principal prefeitura do estado. Os pequenos partidos tentam repetir a façanha do PP em 2012 que conseguiu conquistar a prefeitura com Alcides Bernal vencendo PT, PSDB e PMDB até com uma certa folga.

BERNAL: FORTE E FIRME

O grande problema daqueles que sonham repetir a façanha de Alcides Bernal (PP) é que o advogado e radialista continua vivo e liderando todas as pesquisas eleitorais realizadas por diferentes institutos, pois mesmo sem mandato e sem chance de exercer a sua profissão na imprensa, tem sido alvo de manifestações de carinho por parte da população que o escolheu para dirigir Campo Grande no pleito de 2012 e que agora exige o seu retorno, até como forma de vingança contra a ação da maioria dos vereadores campo-grandenses e do seu ex-companheiro de chapa, o obscuro e atabalhoado Gilmar Olarte, que tem uma rejeição acima dos 70% e nem deve cogitar uma candidatura a “reeleição” em 2016.
O prefeito eleito em 2012 tem aproveitado o tempo livre para manter contato com lideranças e com a população da periferia da Capital, mas em nenhum momento se diz disposto a entrar a na disputa, até porque aguarda uma definição por parte da Justiça em relação aos processos que estão engavetados e que se tiverem andamento podem dar fim à triste gestão de Olarte. Desta forma não seria nenhum absurdo afirmar que o único postulante a repetir feito de Bernal no próximo pleito é um cidadão com o nome de Alcides Peralta Bernal.  

SÃO MUITOS OS QUE ACEITAM ASSUMIR O “ABACAXI” A SER DEIXADO POR OLARTE

Se prevalecer a disposição da verdadeira multidão de postulantes a tentar assumir o “abacaxi” a ser deixado por Gilmar Olarte em janeiro de 2017, se não cair antes, Campo Grande terá um recorde no número de candidatos a prefeito, com destaque para os “nanicos” que querem repetir o feito de Bernal.



PMDB – EXPERIÊNCIA NO PODER

Desgastado pelo excesso de exposição durante os mais de 20 anos que comandou o Estado, o PMDB insiste em sonhar com uma improvável candidatura do seu líder maior, o ex-governador André Puccinelli, que dá demonstrações claras de que pretende organizar o Partido e só esperar 2018 e “ouvir a voz do povo” para saber se voltará a disputar uma eleição, no caso “se estiver bem de saúde e com chances claras demonstradas por pesquisas”. Enquanto isso, diante da anunciada saída do deputado Marquinhos Trad, o PMDB ainda tem nomes fortes como o da deputada Maria Antonieta Amorim, com eficiente serviços prestados na área social, principalmente no período de quase oito anos, como Primeira Dama do Município. Os vereadores Mário Cesar, que se diz “pronto para ser prefeito” sabe que Campo Grande também está pronta para rejeitá-lo e Paulo Siufi, que no auge da família Trad fazia questão de ser parente, mais precisamente “brimo”, está mantendo uma certa distância de uma forma que não possa se afastar quando bem entender e, ao mesmo tempo, possa se aproximar de novo, quando julgar proveitoso. Tem predigree, entretanto, ninguém no PMDB acredita na pré-candidatura de Siufi, que esboça o movimento levar algum tipo de vantagem. Está mais fácil uma coligação para apoiar algum ou alguma emergente, com preferência clara pela deputada Tereza Cristina.
  


OS “EMERGENTES”

PTdoB

Dentre os, digamos “partidos emergentes” destaca-se o PTdoB que se apresenta com três pré-candidatos que aceitam partir para o “sacrifício”: A atuante e bem articulada deputada Mara Casero, ex-prefeita de Eldorado; o jovem parlamentar Marcio Fernandes, que tem tem focado sua atuação na busca da solução dos problemas de Campo Grande; e o vereador Flávio Cesar, que foi reeleito com expressiva votação e que foi muito ligado ao ex-prefeito Nelsinho Trad, do qual foi líder no Legislativo Municipal.

PULANDO DE GALHO EM GALHO, PDT ENCOLHE

 Partido idealizado e fundado pelo gaucho que foi governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizzola, o PDT, que já teve até sete parlamentares  - a maior bancada na Assembléia Legislativa – passou a ser “médio”, logo em seguida, “pequeno”, “nanico” depois da chegada do deputado Dagoberto Nogueira e agora “emergente”, graças à eleição de três deputados – George Takemoto, Beto Pereira e Felipe Orro -, sendo que os dois últimos se dispõem a representar o Partido na disputa pela Prefeitura, mas isto atrapalha os planos do “Bruxo Dagô”, que também se apresenta como pré-candidato com o intuito de vender, emprestar ou alugar a sigla, de preferência para pagar dívida de campanha... E para seu credor a opção é esta: “pagar... ou pagar”.
Sorte teve o ex-governador Leonel Brizola, que se elegeu antes do Dagoberto chegar ao Partido, pois se lá estivesse chamaria o líder trabalhista de “aventureiro”. Dificilmente Orro ou Pereira conseguirão fazer com que o Partido tenha candidato próprio, pois Dagoberto tem apoio do ex- ministro Lupi, o dono da sigla em nível nacional. Dando sequência ao seu projeto de inchamento do PSDB a qualquer custo, o governador Reinaldo Azambuja já emitiu sinais de que gostaria de ter os três parlamentares no venenoso “ninho Tucano”. E os argumentos de Azambuja, quando faz convites, são altamente convincentes... agora para cumprir depois é outra história.
 
PSB
Eleita com expressiva votação, a ex-secretária da Produção no Governo de André Puccinelli, onde realizou um excelente trabalho, a deputada federal Tereza Cristina Correa da Costa Dias, presidente do partido fundado por Miguel Arraes e foi liderado pelo seu neto Eduardo Campos, é uma aposta altamente positiva para Campo Grande e já está se movimentando para ser a escolhida pelo Partido para disputar a prefeitura da capital e só não será se não quiser, pois na pior das hipótese elegerá uma boa bancada de vereadores, acabando definitivamente com a polarização entre o PT e a dupla PMDB/PSDB que se mantiveram juntos nos últimos 20 anos. O partido tem um brilhante deputado estadual em primeiro mandato, José Carlos Barbosa, o “Barbosinha”, e um vereador com grande penetração na periferia, principalmente na região norte de Campo Grande, que o Carlos Borges, o Carlão. A deputada tem tudo para angariar apoio de outras legendas menores.

PSOL, OPÇÃO À ESQUERDA

Além da ótima performance do professor Sidnei Melo, como candidato ao Governo nas eleições de 2014, o PSOL de tradicional “Nanico” já pode ser guindado à condição de “emergente”, pois está sendo “namorado” por políticos que querem abandonar o barco à deriva que é o PT e buscar abrigo em partido com histórico de esquerda e aparentemente sem manchas, até poirque ainda não chegou ao poder. O problema é que esse grupo de “arrependidos”, deixando a sigla que foi dos trabalhadores e hoje é do Lula e Dilma, levam para onde forem a “catinga”, o mau cheiro mesmo daqueles que saquearam os cofres públicos a partir da Petrobras. Na verdade, o melhor candidato do PSOL é o próprio Sidnei Melo.
  1.  

DEM COM MANDETA NA CABEÇA

O antigo PFL transformado em Democratas, quase em extinção em termos nacionais, só se salvando pela atuação do senador goiano Ronaldo Caiado, só não desceu ao mesmo nível do PTB da família Louzada em MS, graças a três lideranças que não costumam conviver com a derrota: o deputado federal Luis Henrique Mandeta, reeleito em uma coligação na qual não era privilegiado; deputado estadual Zé Teixeira, que sempre se elegeu com seus próprios recursos e prestígio na região de Dourados, participando ativamente da campanha dos candidatos nas eleições majoritárias; e em Campo Grande o vereador Airton Saraiva, o mais antigo integrante da legenda na capital. O médico Luis Henrique Mandeta é o nome do partido para disputar a eleição na capital em 2016. Se ocorrer realmente a proliferação de candidaturas, ele tem chances de emplacar sua presença em um segundo turno. Tem o dom da oratória e grande poder de convencimento. Superando problemas circunstaciais e a falta de recursos financeiros, poderá ser a grande supresa do pleito.

PTB –“nanico por natureza”

O PTB, desde que Antonio João, o AJ, foi defenestrado do comando pelo seu então escudeiro Ivan Louzada, que transformou o partido em um feudo familiar e mantido com recursos do Fundo Partidário, de “Nanico” passou a ser legenda de aluguel e se continuar neste ritmo de “naniquinho” será rebaixado para “garnizé”, e acabará perdendo a vaga conquistada na Câmara de vereadores pelo engenheiro Edson Shimabukuro. Sem nomes fortes para a disputa, só está a espera de uma melhor oferta, aguardando a chegada de um “endinheirado” para alugar a legenda. Tentou-se engambelar o empresário Sérgio Marcolino Longem, presidente da FIIEMS, que acordou em tempo e saiu "vazado", quando lhe propuseram a vaga de candidato ao Senado nas eleições de 2014 por uma quantia “insignificante: “Três milhões de Reais”. Integrante do grupo de notáveis criado pelo ex-governador Zeca do PT e com intensa atuação em todo o Estado, através do sistema “S”,  o empresário se acomodou muito bem durante os oito anos do Governo de André Puccinelli e hoje já está de “malas prontas” para desembarcar no “ninho tucano”, com as bençãos do governador Reinaldo Azambuja.


SOLIDARIEDADE –SDD – EM NOME DE JESUS!

Partido criado pelo sindicalista Paulinho da Força (SDD/SP) que colocou a legenda à disposição do governador André Puccinelli, que através do então deputado federal Edson Giroto (PR) que indicou o seu amigo Alessando para presidir a legenda no estado e trabalhar  a eleição do evangélico Elizeu Dionízio para deputado federal na coligação que apoio o governador eleito. Bem articulado, o então vereador Elizeu, eleito no PSL ao do “irmão” Alceu Bueno, acabou, com amplo apoio financeiro da estrutura “tucana”, conquistando a primeira suplência, na chapa que elegeu Luiz Henrique Mandetta (DEM), o mais votado, e Márcio Monteiro (PSDB), assumindo a cadeira na Câmara Federal com escolha de Monteiro para a Secretaria de Fazenda.
Se apresentando como pré-candidato a prefeito, Elizeu Dionízio deverá migrar para outro partido, pois vive as turras com o partido que lhe deu legenda para concorrer nas eleições de 2014.  



MUITOS QUEREM O NOME NA RODA

Com 32 partidos registrados no TER/MS e com a falta de um nome que condições de formar uma grande frente, pois os “nanicos” são dirigidos por profissionais da política que se encostam nos grandes e negociam tempo no horário gratuito, tirando vantagens pessoais, o número de candidatos à sucessão municipal são vários, dentre os quais: Alcides Bernal (PP), Marquinhos Trad, Antonieta Amorim(PMDB), Luiz Henrique Mandeta (DEM), Tereza Cristina Correa da Costa(PSB), Rose Modesto PSDB), Marisa Serrano (que precisa se aposentar do Tribunal de Contas para ter condições de voltar à Política), Teresa Name (que deixou o PSD), Felipe Orro (PDT), Beto Pereira (PDT), Sidney Melo PSOL), Pedro Kemp (PT), Zeca do PT, Ricardo Ayache (PT), Tatá Marques (sem partido),    


 


segunda-feira, 13 de julho de 2015

POLÍCIA FEDERAL INDICIA EX-PREFEITO DE CORUMBÁ POR CORRUPÇÃO






OPERAÇÃO CORNOCOPIA
POLICIA FEDERAL INDICIA EX PREFEITO DE CORUMBÁ, RUITER CUNHA E SERVIDORES POR FRAUDAR CONTRATOS EM EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS A SERVIDORES MUNICIPAIS.



O ex-prefeito Ruiter Cunha de Oliveira foi indiciado por falsidade ideológica, formação de quadrilha e peculato. Cerca de 26 pessoas foram indiciadas e 60 identificadas. Depois de administrar a Cidade Branca por oito anos e pertecendo ao grupo do ex-governador Zeca do PT, o ex-petista se filiou ao PSDB e imediatamente foi removido da Secretaria de Fazenda, onde é auditor fiscal com salário em torno de R$ 25.000,00,  para assumir importante Cargo na Chefia da Casa Civil do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Ele deverá, segundo seus conterrâneos corumbaenses, assumir o comando do órgão responsável pela liberação dos empréstimos consignados aos servidores estaduais.  A afirmativa foi feita com certeza em tom de sátira, uma vez que Ruiter possui experiência de sobra no setor.‪#‎GOVERNOFIXALIMPA?

 

Operação Cornucópia

Polícia Federal indicia ex-prefeito de Corumbá, Ruiter Cunha e servidores por fraudar em empréstimos municipais

O ex-prefeito Ruiter Cunha de Oliveira foi indiciado por falsidade ideológica, formação de quadrilha e peculato. Cerca de 26 pessoas foram indiciadas e 60 identificadas

A Polícia Federal e o MPE (Ministério Público Estadual) há mais de dois anos investigam uma rede de servidores públicos municipais que fraudavam a folha de pagamento da Prefeitura de Corumbá, localizada a 444 quilômetros de Campo Grande. Na época quem estava à frente da prefeitura da cidade era Ruiter Cunha,  lançado na polítican pelo ex-governador Zeca do PT.

Além desse processo, o ex-prefeito é investigado, juntamente com secretários que integravam sua equipe de governo, pela Controlaria Geral da União e Ministério Público por suspeita de fraude em licitações em obras e projetos nas áreas de saúde e educação. Secretários de Ruiter chegaram a ser presos pela Polícia Federal, na época, acusados também de participar de esquema de propina.

O processo foi concluído em novembro de 2014 pelo delegado chefe da Polícia Federal Alexandre do Nascimento e a Operação Cornucópia, como ficou conhecida por combater uma quadrilha de funcionários públicos municipais que fraudavam sistemas de controle de folha de pagamento, com a finalidade de liberar margem consignável para contratação de empréstimos, os quais, liberados pelos bancos, eram sacados integralmente e repassados aos organizadores do esquema criminoso.

Estima-se que os recursos públicos disponibilizados, sem controle, para o esquema criminoso investigado seja em torno de R$ 15 milhões. O objetivo da alteração na folha de pagamento é para que os envolvidos conseguissem empréstimos consignados em bancos. Foi apurado que um desses empréstimos teria sido no valor de R$ 350 mil.

No ano passado, os policiais federais deram cumprimento a mandados de prisão e de busca e apreensão no município, documentos foram periciados e informações em computadores da prefeitura coletados.

Cerca de 26 pessoas foram indiciadas e 60 identificadas. As parcelas dos empréstimos realizados pelos servidores públicos eram pagos com recursos da prefeitura. O ex-prefeito Ruiter Cunha de Oliveira foi indiciado por falsidade ideológica, formação de quadrilha e peculato.

As 60 pessoas que foram identificadas também podem ser indiciadas, já que foram encontradas provas da participação. O esquema foi descoberto em novembro de 2013, durante a Operação Cornucópia, da Polícia Federal em ação conjunta com a 5ª Promotoria de Justiça de Corumbá.


sábado, 11 de julho de 2015

UM RELATO SOBRE O ENCONTRO DO "JEGUE PINGUIM" COM A "ÉGUA LINDONA DO PANTANAL".PURA BAIXARIA!

Publicado no Face... 
Bom dia. Além do domínio quase total dos comentários sobre a Operação "Lama Asfáltica", ainda sobrou espaço nas mídias sociais para a baixaria registrada na troca de "gentilezas" entre o senador Delcidio Amaral (PT-MS), líder do Governo Dilma e seu ex-suplente, empresário acionista do jornal Correio do estado e ex-presidente do PSD, Antonio João Hugo Rodrigues. Tudo começou com uma matéria publicada na Revista Semanal Boca do Povo, pertencente ao jornalista Benedito de Paula Filho, que na matéria do CE é chamado de "Benício", onde o vaidoso senador, chamado por AJ de "Lindão do Pantanal" e em represália apelidou o ex-jornalista de "Pinguim", afirma com a maior certeza que sempre é criticado porque Antonio João sente uma enorme paixão por ele. De pronto, o ex-jornalista que se intitula também ex-senador, postou em sua página no Face uma resposta chula no mesmo padrão despida de moralidade do texto contido na entrevista do senador pantaneiro. AJ chega ao cúmulo de "fantasiar" uma historinha na qual conta ter procurado um especialista para fazer uma regressão para saber o que havia passado em vidas anteriores. quando, segundo ele, se viu como um "jegue" que, "durante um encontro na bela paisagem pantaneira" teria praticamente estuprado uma "égua lindona". O resto da história ele mandou republicar no ex-conservador jornal Correio do Estado na edição de hoje (sexta feira, 10). Como recentemente fiz uma limpeza, seria mais uma "desratização", no meu Face não os tenho como "amigos virtuais" por isso só tomei conhecimento da "bixaria", ops, baixaria na edição do jornal, do qual sou assinante. Agora eu pergunto aos 4998 amigos que ainda mantenho no Face: o que é que nós temos a ver com o narcisismo exacerbado de um e com as fantasiais homo-sexuais do outro? Qual o objetivo de cada um dos imbecis? da parte do "Pinguim" seria uma tentativa de plantar uma propaganda enganosa para atrair algum interessado no desempenho do "pinguim-jegue" e o outro para dizer que é tão atraente, mas tão atraente como "lindão do Pantanal" que desperta atração até em uma besta, o jegue. Um conselho aos dois amantes, como chefes de família que são: Mudem para os Estados Unidos, pois lá já é permitida a união entre pessoas do mesmo sexo. Então, nos EUA, os dois amantes que decidam quem será a "Égua" e quem será o "Jumento" e nos livrariam de ver tanta besteira nas redes sociais.
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terça-feira, 7 de julho de 2015

AGORA NO FACE, LAUREANO ANALISA O PSD...





Ouvi dizer que a encrenca dentro do PSD ainda não acabou
  • Valdir Cardoso Não acabou, Laureano I... apenas começou. O AJ entrega o bastão ( falei bastão e não "bostão"), mas não entrega o comando. Estou imaginando uma reunião dele (AJ) com os chegantes. Na minha opinião, pouco abalizada, creio que no quesito "SOBERBA" as pesquisas apontarão empate técnico que só o Lauredi Sandim (grande Lauredi) e o Paulo Catanante ( grande Catanante) poderão definir. Também no ítem ARROGANCIA, o AJ vencerá, dentro da margem de erro ( ou de acertos?) e na REJEIÇÃO? Nem vou falar. Laureano Secundo, só quero assistir. Boa pauta, Lau. #EURI
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    • Valdir Cardoso
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sexta-feira, 3 de julho de 2015

"Supostamente"... Todo cuidado é pouco!






Bom dia. Pelo semblante tenso, cabisbaixo e "olhos caídos" registrados na foto do "suposto ladrão" envolvido no desvio de recursos da Petrobras, Nestor Cerveró, publicada hoje no jornal Correio do Estado, dá para se ter uma ideia do que passa pela cabeça de "supostos beneficiários" do esquema corrupto "supostamente" implantado na estatal transformada em geradora de recursos para cobrir gastos de campanhas milionárias do PT e dos partidos "supostamente" aliados. Alguns, bem conhecidos aqui na região, devem colocar suas "barbas de molho", mas se não tiverem barbas, devem estar arrancando seus cabelos que já foram castanhos, ficaram grisalhos e se tornaram brancos em um curto espaço de tempo.‪#‎ACASACAIU‬.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

CORRUPÇÃO NO DETRAN/MS PODE CUSTAR MANDATO DE DAGOBERTO


Réu na Ação Penal 917/ Mato Grosso do Sul, o deputado federal e presidente do Diretório Regional do PDT/MS, deputado Dagoberto Nogueira Filho,pode, se condenado, perder o mandato para o qual foi eleito no pleito de 2014, ao fazer parte da coligação que apoiou a candidatura do senador Delcídio Amaral (PT) ao Governo do Estado. Caso o parlamentar venha a perder a cadeira na Câmara Federal, o seu substituto será o petista Antonio Carlos Biffi, primeiro suplente da coligação.
 Ação penal proposta pelo Ministério Público Federal contra Dagoberto Nogueira Filho e mais quatro pessoas – Djanira Machado Recalde, João Roberto Baird, Juarez Lopes Cançado e Roberto Teles Barbosa, imputa-lhes a prática dos crimes previstos nos arts 288 e 312, caput, do Código Penal e art. 16, caput, da Lei n. 7.492/1986, na forma do art. 29 do Código Penal.
Os os atos criminosos teriam sido praticados pelo atual deputado Dagoberto e demais  denunciados durante o período em que ocupou o cargo de Diretor presidente do DETRAN/MS, no governo do petista José Orcírio Miranda dos Santos, também deputado federal eleito no último pleito.
Atribui-se, ainda, aos réus Dagoberto Nogueira Filho e Dejanira
Machado Recalde, a prática do crime do art. 89, caput, da Lei n.
8.666/1993, e aos réus Roberto Teles Barbosa e João Roberto Baird,   no art. 89, parágrafo único, da Lei n. 8.666/1993, o que na prática os inclui como autores de nos crimes de apropriação indébita, fraude em licitações e formação de quadrilha”.
Somente o deputado federal Dagoberto Nogueira Filho será julgado pelo Supremo Tribunal Federal, por ter foro privilegiado, enquanto o processo contra os outros quatro réus já foi devolvido através de  cópia integral do feito à 3a Vara Federal Criminal de Campo Grande, Mato Grosso do Sul,
competente para o julgamento uma vez eles não têm direito a foro especial. 

Este é o andamento do processo que tem a ministra Camem Lúcia como relatora e o Ministro  Dias Toffoli como revisor, no STF:

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

AÇÃO PENAL 917 MATO GROSSO DO SUL

RELATORA : MIN. CÁRMEN LÚCIA

REVISOR : MIN. DIAS TOFFOLI

AUTOR(A/S)(ES) :MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

RÉU(É)(S) :DAGOBERTO NOGUEIRA FILHO

ADV.(A/S) :JULICEZAR NOCETI BARBOSA

RÉU(É)(S) :DEJANIRA MACHADO RECALDE

ADV.(A/S) :GISELE DE PAULA DIAS

RÉU(É)(S) :JOÃO ROBERTO BAIRD

ADV.(A/S) :GUSTAVO MARQUES FERREIRA

RÉU(É)(S) :JUAREZ LOPES CANÇADO

ADV.(A/S) :DEUSIMAR SILVA FAGUNDES

RÉU(É)(S) :ROBERTO TELES BARBOSA

ADV.(A/S) :ALESSANDER DEUSDETH LUIZ HENRIQUE

CHAVES FADINI

DECISÃO

AÇÃO PENAL. DEPUTADO FEDERAL.

CRIMES DE FRAUDE CONTRA A LEI DE

LICITAÇÕES, DE APROPRIAÇÃO

INDÉBITA E DE FORMAÇÃO DE

QUADRILHA. CISÃO DO PROCESSO.

INTIMAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DAS

ALEGAÇÕES FINAIS.

1. Ação penal proposta pelo Ministério Público Federal contra

Dejanira Machado Recalde, João Roberto Baird, Juarez Lopes Cançado,

Roberto Teles Barbosa e Dagoberto Nogueira Filho, este último

empossado no cargo de deputado federal em 1o.2.2015.

2. Aos denunciados, imputa-se a prática dos crimes previstos nos

arts. 288 e 312, caput, do Código Penal e art. 16, caput, da Lei n. 7.492/1986,

na forma do art. 29 do Código Penal.   

Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O

documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 8587981.

Supremo Tribunal Federal

3. Atribui-se, ainda, aos réus Dagoberto Nogueira Filho e Dejanira

Machado Recalde, a prática do crime do art. 89, caput, da Lei n.

8.666/1993, e aos réus Roberto Teles Barbosa e João Roberto Baird, a

prática do crime do art. 89, parágrafo único, da Lei n. 8.666/1993.

4. Em 8.5.2015 o Procurador-Geral da República manifestou-se nos

seguintes termos:

“AÇÃO PENAL. CRIMES PREVISTOS NO ART. 89 DA LEI

No 8666/93 E ART. 312 DO CÓDIGO PENAL. VALIDADE DOS

ATOS PRATICADOS NO JUÍZO A QUO.

DESMEMBRAMENTO. PROSSEGUIMENTO DO FEITO NO

ESTADO EM QUE SE ENCONTRA. ALEGAÇÕES FINAIS.

O Procurador-Geral da República vem expor e requerer o que

segue.

“Trata-se de ação penal pública incondicionada proposta pelo

Ministério Público Federal no Mato Grosso do Sul em desfavor de

Dagoberto Nogueira Filho et alli, pela prática dos crimes tipificados

no art. 89 da Lei 8666/93, e no art. 312 do Código Penal, que corria

perante a 3a Vara da Seção Judiciária de Campo Grande/MS.

Em razão da diplomação para o exercício do mandato de

deputado federal por Dagoberto Nogueira Filho, os autos foram

remetidos ao Supremo Tribunal Federal.

Foi aberta vista à Procuradoria-Geral da República.

É o breve relato.

Todos os atos praticados sob supervisão do juízo a quo são

válidos, haja vista que datam de antes da diplomação de Dagoberto

Nogueira Filho para o mandato de deputado federal, momento em que

o Supremo passou a ser competente para julgar a presente demanda

relativamente ao detentor de foro por prerrogativa de função.

Incidente o princípio tempus regit actum, desnecessária ratificação.

Por outro lado, com base no entendimento firmado no

julgamento da questão de ordem do Inquérito no 3515, não há razão

para manter a instrução e ulterior julgamento dos 5 denunciados

perante o STF, quando apenas um deles é detentor da prerrogativa de

foro perante a Suprema Corte, impondo-se a cisão processual.

Feitas estas considerações, observa-se que a instrução penal

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documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 8587981.

Supremo Tribunal Federal

encontra-se em fase de alegações finais. Logo, o feito deve prosseguir

no estado em que se encontra, com abertura de prazo para

apresentação de alegações escritas, na forma do art. 11 da Lei

8.038/90.

Ante o exposto o Procurador-Geral da República requer:

i) o desmembramento do feito, de forma a permanecer no polo

passivo da presente ação penal apenas o réu Dagoberto Nogueira

Filho, com extração de cópia integral dos autos e remessa ao juízo de

origem para os fins de direito;

ii) seja o réu cientificado da decisão proferida, bem como do

estado em que o processo se encontra;

iii) na sequência, abertura de prazo para apresentação de

alegações escritas, na forma do art. 11 da Lei no8.038/90.”

Analisados os elementos havidos nos autos, DECIDO.

5. Este Supremo Tribunal Federal consolidou o entendimento de que

“não viola as garantias do juiz natural, da ampla defesa e do devido processo

legal, a atração por continência ou conexão do processo do corréu ao foro por

prerrogativa de função de um dos denunciados” (Súmula n. 704). Todavia,

estabeleceu “que o desmembramento [da ação penal] deve ser a regra, diante

da manifesta excepcionalidade do foro por prerrogativa de função, ressalvadas as

hipóteses em que a separação possa causar prejuízo relevante” (Inq. 2903

AgR/AC, Tribunal Pleno, Relator o Ministro Teori Zavascki, DJe

6. A jurisprudência do Supremo também é firme no sentido de que a

decisão sobre o desmembramento ou não, “deve ser [proferida] na primeira

oportunidade possível, tão logo se possa constatar a inexistência de potencial

prejuízo relevante” (Inq. 3515 AgR/SP, Relator o Ministro Marco Aurélio,

7. Na espécie em exame, a unidade da instrução e julgamento da

ação penal no Supremo Tribunal Federal, abrangendo, réus sem

prerrogativa de foro, é desnecessária, como pontuou o Procurador-Geral”.

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da República, porque os fatos não se mostram indissociavelmente

entrelaçados a ponto de haver prejuízo, na formação do convencimento

do órgão julgador, com o desmembramento do processo.

8. Pelo exposto, acolho o parecer do Procurador-Geral da República

e determino o desmembramento do processo, para permanecer no pólo

passivo da presente ação penal em curso neste Supremo Tribunal

apenas o Deputado Federal Dagoberto Nogueira Filho.

À Secretaria Judiciária para promover as alterações necessárias na

autuação dos autos, remetendo, com urgência, cópia integral do feito à

3a Vara Federal Criminal de Campo Grande, Mato Grosso do Sul,

competente para o julgamento dos demais réus.

9. Cumpridas as diligências determinadas acima, intime-se o

Procurador-Geral da República e em seguida a defesa do parlamentar

Dagoberto Nogueira Filho para apresentarem, sucessivamente e no

prazo de 15 (quinze) dias, as alegações finais escritas, na forma do art.

11 da Lei 8.038/90.

Publique-se.

Brasília,15 de maio de 2015.

Ministra CÁRMEN LÚCIA
Relatora