domingo, 15 de maio de 2016

VAMOS MELHORAR O NÍVEL DA DISCUSSÃO... OU NÃO?





Valdir Cardoso///
O único passatempo do grupo que veio engrossar a fila do seguro desemprego nos últimos dias devido as demissões de "aspones" e supressão do Ministério da Cultura tem sido fazer piadinhas sobre a Primeira Dama do País, Marcela Temer e, pasmem, postar agressões às filhas e familiares do engenheiro Delcidio Amaral, misturando função pública com família. Nada a ver, mas a falta de ética ultrapassa os limites da razão e esses "mortadelas" que babavam "nos ovos" do ex-senador Delcídio quando este era o líder da presidente Dilma são os mesmos fazem este tipo de terrorismo. O interessante é que eles ficaram "zangadinhos" porque o "ex-companheiro" denunciou a quadrilha toda. Queriam o quê, que ele assumisse a "bronca" sozinho? Como assim, se o roubo foi praticado pela quadrilha toda?
Até aqui era assunto sério... daqui prá frente é humor. rsrsrs
Eu não gosto deste tipo de baixaria, tanto é que recebi in box uma série mensagens insinuando coisas horríveis sobre um suposto e estranho envolvimento da presidente afastada Dilma Rousseff com aquela ex-ministra que prega e incentiva o aborto criminoso. Nunca publiquei e nunca vou entrar nesse assunto torpe, como também não passei prá frente aquela piadinha homofóbica sobre o gentil e meigo deputado Jean Willis, que segundo uns "coxinhas" que andam por aí,ele é tão educado que pede desculpas ao "agressor" por ter virado as costas na hora do sexo. Pura baixaria, jamais vou publicar isso. Pior é quando levantam tamanha calúnia contra o ativo (ops) parlamentar carioca dizendo que ele poderia mudar de lado, apoiando uma proposta do Governo Temer. Mentira deslavada, o Jean Willis não muda de posição nem a pau (ops, aí não sei). E querem saber qual a proposta que o "cusparoso" deputado do PISOL (vixi, meu teclado tá uma merda) PSOL aplaudiu, mesmo sendo do novo governo? Imaginem: Foi quando o super ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que implantaria MEDIDAS DURAS... Jean foi à loucura e exclamou: "Afe, eu aceito, mas primeiro quero ver o tamanho da MEDIDA e SE É DURA MESMO".Então, meus amigos "coxinhas", não queiram usar o meu Face para publicar piadinhas de baixo nível . Podem passar in box, mas fiquem sabendo que não vou passar prá frente. Vamos melhorar o nível desta discussão, né.

ASSOREAMENTO DO RIO TAQUARI: GLOBO RURAL MOSTRA OS EFEITOS DO DESASTRE AMBIENTAL NO PANTANAL DE MS



Em sua edição de hoje (15/domingo), o Programa Globo Rural da Rede Globo de Televisão apresentou extensa reportagem abordando o desastre ambiental na maior planície alagada do Planeta e Patrimônio Ambiental da Humanidade, o Pantanal sul-mato-grossense, ameaçado pelo assoreamento do Rio Taquari. Bom momento para que a bancada federal de Mato Grosso do Sul e o governo do Estado façam uma mobilização junto ao presidente no exercício do cargo, Michel Temer, uma vez que milhares de hectares de terras estão ficando de baixo d'água e poderá trazer enormes prejuízos à economia estadual com a queda da sua produção. A reportagem é assinada pelos jornalistas Cristina Vieira, Francisco Maffezzolli e Tiago Capela.    

Desastre ambiental no Pantanal de MS afeta curso de rio e vida de moradores

Assoreamento do rio Taquari, um dos principais da região, rompe suas margens e deixa milhares de hectares de terra debaixo d'água.

Cristina Vieira, Francisco Maffezzolli e Tiago CapelaPantanal, MS


O   Pantanal de MS sofre as consequências de um desastre ambiental. Com o assoreamento, um dos principais rios da região, o Taquari, rompe suas margens e deixa milhares de hectares de terra permanentemente debaixo d’água.
Assim, não acontece o ir e vir das águas, a enchente e as secas, essenciais para manter a vida no Pantanal. E as consequências são enormes.
Na fazenda Santa Gertrudes, em Corumbá-MS, no meio do Pantanal, 4 mil cabeças de gado estão em 5 mil hectares de terra. Mas 80% da área está alagada. e o rebanho precisa ser retirado com urgência. São 3 dias só pra retirar da parte inundada. 
Essa retirada do gado é uma prática bem comum no Pantanal, mas só no período das chuvas, quando grande parte da área fica alagada. Mas não é o que está acontecendo. Estamos numa época de seca e a fazenda está debaixo d’agua.
O criador Luciano de Barros aproveita o tempo seco para engordar os animais. Mas assim, com tanta água, não tem pastagem que resista. “São as melhores áreas de pastagem na época da seca. Nesta época é auge de seca e nós estamos com isso aqui tudo cheio d’agua”. Ele conta que o risco é o gado morrer de fome, sem ter o que comer.
Essa água toda é do rio Taquari. Ele tem 800km de extensão: começa no estado do MT, percorre todo o MS, até chegar ao rio Paraguai. O que está acontecendo é que, no Pantanal, as margens do rio se rompem e formam novos leitos. É o que os pantaneiros chamam de arrombamentos. As áreas ficam permanentemente alagadas. Até mesmo uma fazenda que fica 25km distante do rio, foi atingida pelos leitos do arrombamento.
Os problemas que o Taquari sofre no Pantanal são uma consequência do que acontece desde a sua nascente, no município de Alto Taquari-MT.
Ali, onde o rio nasce, em uma grande área de várzea estão varias vertentes – pequenas nascentes que vão fomar o rio. E já no seu começo, o Taquari sofre suas primeiras pressões: Uma ferrovia passa sobre essas pequenas nascentes; em todo o entorno, há plantações; e o canal por onde a água das vertentes corre, vai em direção à área urbana do município, a apenas 3 km de distância.
O gestor ambiental Nilo Peçanha coordena um consórcio de municípios que trabalha pela recuperação do rio e alerta para os perigos na nascente: “já aqui em cima, a questão das plantações, a aplicação de defensivos agrícolas, às vezes excessivo. E a questao da ferrovia, que corta a própria nascente.”
Na divisa de MT e MS está o Parque das Nascentes da Bacia do Taquari, uma área de conservação. Os afluentes que descem os canions se encontram com o rio Taquari que passa ao norte do Parque. Nessa área, o Taquari cai de uma altituide de 800 metros para 360 metros acima do nível do mar. Essa queda brusca facorece o poder de erosão, característica natural do Taquari. Um processo que foi acelerado nas últimas décadas, principlamente pela ocupação do solo pela pecuária, como explica Peçanha: “o que o rio demoraria 100, 500 anos pra fazer, de repente passa a fazer em poucas décadas. O gado, no processo de descer para beber água no fundo do vale, ele cria aquelas trilhas, isso acaba canalizando a água da chuva, e começa um processo de erosão; até criar voçorocas e até desestabilizar e atingir as nascentes”.
Algumas voçorocas são gigantes, e estão até mesmo nas redondezas do Parque das Nascentes. Em Alcinópolis-MS, o técnico agropecuário Edilson Gomes trabalha na recuperação de áreas degradadas. Uma dessas áreas tem uma voçoroca de 1 km de extensão, que chega a 80 metros de profundidade, em alguns pontos. “Fizemos as curvas de nível para evitar que a água dos pastos viessem para a voçoroca. E a adequação da estrada, porque era um canal que levava a água para a voçoroca.”, conta Edilson. 
Peçanha explica o que ocorre com o rio quando passa pelo município de Coxim, onde ele recebe as águas do seu maior afluente, o rio Coxim: "Desse trecho de Coxim, até 150km adentrando o pantanal, é o que nós chamamos de médio Taquari. É a parte onde ele deposita a maior quantidade de sedimentos. Porque ele entra na planície, perde um pouco de declividade e de energia de transporte. Então esse material já começa a depositar no leito do rio.”
 O Taquari desce com tantos sedimentos, que uma característica dele fica ainda mais forte: é um rio de cumieira, como explica o biólogo Carlos Padovani:  “em geral, quande parte dos rios estão no fundo de um vale. O Taquari está numa cumieira, está na porção mais alta da planície. Então, nesta situação, ele tende realmente a extravasar nos ponto mais vulneráveis.”
Um dos maiores canais que se abriram foi o arrombamento do Caronal na região conhecida como Paiaguás. Caronal é uma referência ao nome da primeira fazenda invadida pela água. Lá, a água do arrombamento que tomou conta não somente a fazenda Caronal, mas várias outras propriedades, se espalha pelos campos.
A equipe de reportagem adentrou de barco a área do Caronal. Até mesmo as pequenas embarcações têm difciculdade para passar pelos bancos de areia e pelo caminho tomado de vegetação aquática. Enquanto estas florescem, a vegetação terrestre não aguenta tanta água e morre. “Aqui mesmo esse pé de Ipê, é centenário. E morreu tudo com a água... umedeceu, eles já morre tudo” diz o Sr. Ramão Duarte, barqueiro que conhece bem a região do Caronal. “Eu fico triste porque eu conheci isso aqui quando era tudo seco, eu vinha de carro de Corumbá até aqui."
O mato alto e o terreno encharcado impossibilita a equipe de chegar mais perto da sede. Mas de cima, é possível ver a casa da fazenda, abandonada.
70 km distante do Caronal, está a casa do Sr Cacildo Androlage, dono de uma das únicas fazendas que ainda não foram tomadas pela água. Mas durante o ano inteiro, só é possível chegar de até lá de barco.
Aos 87 anos, ele resiste em deixar a fazenda. Vive ilhado, mesmo em períodos sem chuva.
A luta do filho, Clévis, é para tirar o pai de lá. Ele, a mãe e os 7 irmãos se mudaram. “Nós deixamos aqui só algumas cabelças de gado. Que é pro pai distrair com ele, entendeu? Nós conseguimos tirar tudo, menos o pai".
O Sr. Cacildo guarda boas lembranças do lugar, que não pretende abandonar: “Criava o gado manso, o gado de leite... era bonito aqui". 
E, apesar de admitir ter medo que a água entre na casa, ele é firme em sua decisão: “eu já acostumei aqui. Tem amor no lugar, vizinhos muito bons. E pra mim, que já trabalhei tanto, forcejei a minha vida... pra sair sem nada... tá certo ou errado?
”

sábado, 14 de maio de 2016

MEMÓRIAS DA RUA 14 DE JULHO




REEDITEI O TEXTO EM 2014 E O FAÇO NOVAMENTE PORQUE VEM À MEMÓRIA DE UMA ÉPOCA E EM QUE CAMPO GRANDE ERA A "CAPITAL ECONÔMICA DO MATO GROSSO", QUANDO TODOS SE CONHECIAM. MUITOS DOS PERSONAGENS AQUI CITADOS NÃO ESTÃO MAIS ENTRE NÓS, MAS  NUNCA DEIXARÃO DE POVOAR MINHAS MAIS PRECIOSAS LEMBRANÇAS, POIS FAZEM PARTE DA MINHA HISTÓRIA, DA QUAL MUITO ME ORGULHO EXATAMENTE POR TER CONQUISTADO TANTAS AMIZADES IMORREDOURAS. ERA UMA CIDADE DE GENTE FELIZ.


Atualizei o texto hoje para completar uma pequena parte da história da Rua 14 de Julho, de quase tudo que acompanhei desde 1965, quando deixei o Exército e fui trabalhar no Banco do Povo, na Barão do Rio Branco, pertinho do Bar do Zé, e depois, já no Diário da Serra a partir de 1968.  Estas histórias, que vai impedir que pessoas que ajudaram a implantar esta cidade gostosa de se viver sejam esquecidas completamente, isto porque nossa memória e curta, farão parte do meu livro que contará um bom pedaço da nossa experiência de vida. Este texto logo abaixo foi escrito no dia que faleceu o amigo George El Sayegh, fotógrafo e grande amigo de todos no jornal Diário da Serra.

Tradicional CASA ROCHEDO, dos irmãos ARMEN E MUCHEQUE CHINZARIAN


MAIS QUE UM "VALE A PENA VER DE NOVO, por isso reedito postagem colocada no Face há exatamente um ano,14 de maio de 2014.
É com inegável orgulho que registro o fato de me considerar uma pessoa privilegiada, apesar de todos os meus erros, meus incontáveis fracassos, das oportunidades perdidas, dos amores desfeitos, dos tropeços inúmeros, sem levar em conta as vitórias conquistadas com muita luta, alegrias incontáveis, prazeres efêmeros, passageiros mesmo e hoje, quando quase já vejo o sol pelas costas, encontro novos amigos e ainda tenho a oportunidade de, mesmo me considerando fraco diante de tanta opressão, poder servir de exemplo e poder ajudar pessoas que precisam de um carinho, de uma força que posso transmitir, até sem nunca imaginar que eu teria este tipo de oportunidade. Obrigado Senhor, por tudo que me proporcionou.
HOMENAGEM A MAIS UM AMIGO QUE PARTIU:GEORGE EL SAYEGH
Recordo com imensas saudades da época em que juntos íamos tomar um cafezinho na Lanchonete Copacabana, que era administrada pela amiga inesquecível Adélia Nantes Zurutuza, mãe do Guilherme Filho. Eu, cabeludão bem no estilo anos 60 e o George El Sayegh já um pouquinho calvo, onde sempre nos encontrávamos com o Nerone Maiolino e seu inseparável cachimbo, com o Muhidine e o Gaze; com o Oscar nos observando em frente da Kondorffer , na época em que o Gaby, grande cinegrafista e flamenguista estava sempre a postos. Isto tudo em frente ao FOTO EDUARDO, do meu inesquecível amigo e padrinho de casamento Eduardo chekerdemian. O Studio do Sayegh era na recém construída Galeria São José, onde também estava instalada a MOLINA MODAS, do amigo Arnaldo, ao lado da Rivo Magazine, dos amigos Oliveira e Toninho, que constantemente recebiam a visita do então jovem ator (TV TUPI) Luiz Gustavo (Tatá), que ficou famoso nacionalmente estrelando o folhetim "Beto Rockfeller" e posteriormente se transferiu para a Globo, atuando em várias novelas e programas humorísticos, dentre os quais o "SAI DE BAIXO". Conheci Luiz Gustavo através do amigo Ivan Paes Barbosa, quando fomos até a Bolívia para um encontro com o Sr. David Banzer, irmão do então presidente boliviano,Hugo Banzer, que tinha outro irmão em Campo Grande, o Cesar, que era um competente profissional do antigo DERMAT e foi cônsul boliviano. Aquele trecho da Rua 14 de JULHO, entre a  Afono Pena e a Rua Maracaju,  era o centro nervoso de Campo Grande, que tinha pouco mais de 100 mil habitantes e nenhum Shopping, isto no final dos anos 60 e início da década 70, onde funcionavam tradicionais estabelecimentos comerciais, como a Farmácia Liberdade, do sr. BELGA DE ALMEIDA ASSIS, a Exposição Campo-grandense, a Casa Central, do Gabriel Spip Calarge, O GABURA,que lado tinha a loja do João, irmão do Gabura;  a Imobiliária do sr. ABEL FREIRE ARAGÃO, Livraria Rui Barbosa, do NERONE , com vários funcionários, dentre os quais Arlindo Simioli e Areovaldo Jonas; Copagas, com a presença marcante do sr. EDUARDO ELIAS ZARHAN, onde o João Zarhan estacionava o seu ESPAÇO Galaxi equipado até com uma TV 14 polegadas, e as pessoas que passavam ficavavam assistindo até aparecer a "roda da carreta", que marcava o final das transmissões da TV Morena em início de atividades, com sinal inicialmente da TV Tupi e posteriormente da Globo, que nesta primeira fase uma das primeiras novelas foi MULHERES DE AREIA, estrelada pelo casal Carlos Zara e Eva Wilma. Após esquina da Barão do Rio Branco, tínhamos outros importantes estabelecimentos da época, dentre os quais  a MIL ARTIGOS, do Sr. ARIF CONTAR, pai do NELSON E DO MUNIR CONTAR; Hotel Semíramis, do sr. ELIAS LHADO; banco COMÉRCIO E INDÚSTRIA, que tinha como gerente o sr. GUALTER BARBOSA, pai do advogado MANINHO; Casa LOUVRE, DO SR. ANTONIO SALOMÃO, pai do Jorginho Salomão; CASA NIMER, do  sr. Felipe Nimer, pai do advogado Julio Nimer e do engenheiro Alfredo Nimer; e na esquina com a Dom Aquino, a Frutaria California, do  ELIAS SALIBA. Após esse ponto da Dom Aquino, do outro lado a tradicional BANCA DO HÉLIO GAOMA e ainda do lado esquerdo em direção à Rua Maracaju, além de pequenos comércios de roupas feitas, casa Amir, lanchonete da família Rizzo, a grande Casa Aurora do sr. ADIB ANACHE, Mercearia do sr. FAUZE MALUF que mantinha também um orquidário (onde trabalhei quando tinha 13 anos -1958), Casas Pernambucanas, fábrica de gelo do sr. RAFAEL GIORDANO, CASAS CLIPER TECIDOS e CLIPER CALÇADOS  , dos irmãos JOÃO E MIGUEL ABRÃO, vizinhos da Farmácia Raia, que funcionaVA no térreo do HOTEL AMERICANO, cujo prédio existe até hoje e sem alteração em sua fachada e estrutura, na esquina com a Cândido Mariano. 
No quarteirão seguinte a Confeitaria do português ANTONIO GASPAR, local de intenso movimento, que tinha como vizinho seu conterrâneo JOAQUIM MARGARIDO e já na esquina com a Rua Maracaju o comércio da família KARMOUCHE, tradicionais comerciantes libaneses, em frente a uma das maiores lojas de artigos para presentes da época O DRAGÃO DA BAIXADA do corumbaense JOSÉ BORGES DE BARROS, que muito fez pelo futebol campo-grandense no período do amadorismo. No meio do quarteirão foi instalado o jornal vespertino Correio do Estado", fundado pelo grupo udenista liderado pelo médico cuiabano FERNANDO CORRÊA DA COSTA, que foi prefeito de Campo Grande (1947/51)  governador e senador de Mato Grosso, e por seus jovens aliados os advogados Wilson Barbasa Martins e José Manoel Fontanillas Fragelli, que teve como primeiro diretor o professor J Barbosa Rodrigues e principal redator o jornalista Julio Silva, dupla de grande cultura que veio do concorrente o jornal O MATOGROSSENSE, do grupo do PSD de Filinto Muller. Na sub esquina com a Cândido Mariano, a Loja A PRIMOROSA, especialista e precursora da venda de equipamentos musicais e disco de vinil, pertencente aos irmãos TOLENTINO.
No térreo do prédio construído na esquina da Rua 14 de Julho com a Cândido Mariano funcionou a primeira farmácia do grupo Buainain, comandado pelo sr. ADIB BUAINAIN, enquanto no primeiro andar foi instalado o consultório do médico NELSON BUAINAIN, casado com a sra. Conceição Buainain, mesmo local onde o também médico campo-grandense BENEDITO ANACHE teve consultório, sendo vizinho do contador SATER, pai do cantor e compositor ALMIR SATER. Ao lado deste imóvel funcionou por vários anos o antigo foto da família Shimabucuro e em frente as lojas PERNAMBUCANAS, onde a partir da década de 40 até 1952, SALIM MALUF, libanês pai de Fauze Maluf e primo do ex-governador Paulo Maluf, manteve uma das maiores casas comerciais da 14, encerrando suas atividades na década de 50. Este imóvel foi adquirido pelo comerciante, também libanês sr. ABDALLA SLEIMAN, que instalou as lojas Popular e se tornou um dos grande incorporador e investidor de Campo Grande, sendo o responsável pelo loteamento da região onde está situado o Bairro Monte Líbano. 
Ainda nesta quadra, entre a Dom Aquino e a Cândido Mariano um imóvel pertencente à família CHINZARIAN, funcionou durante anos a tradicional CASA ROCHEDO, dos irmãos ARMEN E MUXEQUE, que tinham outro imóvel, local onde a família TOGNINI tinha uma relojoaria de grande porte.Antes da esquina com a Dom Aquino, existiram três importantes comércios: A CASAS VICTOR, do sr. NELSON BORGES DE BARROS, que dirigiu a Associação Comercial de Campo Grande por vários anos; a Casa Japonesa, da família GUENKA, cujos filhos ÊNIO E SIDNEY, são médicos em Campo Grande; e a loja de roupas masculinas KALECHE do LUIZ NAGLIS, filho do sr. JAMIL NÁGLIS, que foi comerciante forte no setor de material esportivo com o PÁLACE ROYAL, que ficava na sub esquina da Dom Aquino.
A Rua 14 de Julho, como se vê, sempre foi um grande shopping a céu aberto. Na esquina com a Dom Aquino, em frente à Mercearia California, uma super loja - A BRASILEIRA - da família DUAILLIBI.
 O português Francisco Leal Junior, grande divulgador do ciclismo, manteve loja comercializando bicicletas, tendo como parceiro o sr. AVELINO DOS REIS, também português, proprietário de uma loja que comercializava troféus e medalhas que acabava patrocinando todos os eventos esportivos realizados na época em Campo Grande, em todas as modalidades esportivas.


Isto é apenas uma parte da história que vai ficando no fundo do baú e muitas vezes se perde ao longo do tempo por falha de um povo que deixa de cultuar suas próprias origens, não dando valor a um ensinamento que traz uma grande verdade: "POVO QUE NÃO PRESERVA O PASSADO, NÃO TEM FUTURO". (Valdir Cardoso).

 

quinta-feira, 12 de maio de 2016

DELAÇÃO NA LAMA ASFÁLTICA É PREMIADA OU INCENTIVADA?





Valdir Cardoso//

Se os autores do “incentivo” insistirem em envolver adversários
E surgirem codinomes como “mulher de Adão”, “Da Amazônia”
E “Whisky de segunda”, o bicho vai pegar feio, pois o último detona governos de todas as cores e períodos, com estrela colorida e desbotada ou de matizes esverdeados e bem atuais.
Mais um aviso, “quem tem telhado de vidro não joga pedras no telhado do vizinho”, pois como diz o adágio popular “Água Benta, acender vela prá santo e canja de galinha nunca fez mal para alguém”.

Se algum sábio decifrar o enigma, pode mandar a opinião in box. A produção agradece. Se não descobrirem darei dicas em nossas próximas edições. Só para os iniciados em política de bastidores.    

Mandetta comemora admissibilidade do impeachment e reforça a importância de um novo Brasil





O deputado federal Mandetta (DEM/MS) comemorou nesta quinta-feira (12/5) o resultado pela admissibilidade do processo do impeachment no Senado. “O Brasil precisa avançar. Nos reencontramos com a esperança e há um grande esforço de unificação do país”, destacou o parlamentar.
A decisão, tomada por 55 votos a 22, confirmou o que dias antes já era tido como fato consumado: o afastamento de Dilma Rousseff, primeira mulher eleita presidente do Brasil, e a interrupção do ciclo de 1...
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Comentários
Maysa Beatriz Mandetta Parabéns pela luta que voce sempre encarou. O Brasil agradece!!!
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Mauro de Paula Obrigado por representar bem Mato Grosso do Sul!!!
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Adonis Mourão Você .Mandetta .junto com Caiado foram incancáveis nesta batalha que culminou com esta vitória um abraço .Você nunca declinou o nosso Mato Grosso do Sul
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Eulicenere Guimaraes Ries Coelho Valeu Deputado Mandetta! Sei que não foi fácil está briga. Continuemos nesta mesma linha. Têm meu incondicional apoio. Força!

ANDRÉ PODE SER CONVOCADO PELO PRESIDENTE MICHEL TEMER



Informações de fontes confiáveis dão conta que o ex governador André Puccinelli teria sido sondado para assumir importante cargo na administração do presidente Michel Temer, que não adiantaram com segurança em qual órgão ele poderia atuar, porém já houve especulações que seria na superintendencia da SUDECO, cargo que já foi ocupado por outros dois sul-mato-grossenses: Antonio Mendes Canale e Ramez Tebet.
Pessoas próximas ao ex-governador não confirmaram a informação, mas diante das fortes ligações de Puccinelli com o novo presidente e com Elizeu Padilha, que muito ajudou o Estado quando ocupou o comando do Ministério dos Transportes a informação poderá ser confirmada nos próximos dias.        

A VACA FOI PRO BREJO





NÃO RESISTI, ACHEI ÓTIMA: "AGORA A VACA FOI PRO BREJO MESMO, COM A CORDA E TUDO"... OPS, ATENÇÃO REVISÃO, NÃO É "CORDA", É CORJA. As vezes, sem querer, perco o amigo mas não perco a piada pronta.