Tudo FDP. Se locupletam dos recursos públicos, roubam verbas da Educação, da saúde, do combate às drogas e se dizem "representantes do povo". Não me representam, se apresentam como "adversários irreconsilháveis" e se encontram nos porões do poder para, como aliados, construírem fortunas com o dinheiro roubado. Quero mais que esses tucanos, petralhas, representantes de outras "bostas de partidos", de esquerda ou de direita, tipo ex-PC, agora disfarçado de PPS (um nojo), PSB (Arraes deve se revirar no túmulo),PDT (coitado do Darcy Ribeiro e do Brizola), do PP, não me recordo de nenhuma pessoa séria nessa organização criminosa, PTB ( vergonha para história do Getúlio Vargas), do PMDB que envergonha a história do MDB e sem falar dos quadrilheiros pés rapado que se apossaram de legendas de aluguel e sobrevivem com dinheiro do fundo partidário ( né Ivan Louzada & família). O que mais me irrita quando vejo um petralha, tentando se justificar afirmando: "Eles também roubam". Agora querem dizer que o senador deles, o ex-de todos, "começou" agir em organizações criminosas quando era filiado ao PSDB. Pode ser, mas concluiu "mestrado',"doutorado" e frequentou MBA no submundo do PT. Diogo Mainari falou tudo: NO BRASIL NÃO EXISTEM PARTIDOS POLÍTICOS. Existem salafrários que se unem para roubar". (Valdir Cardoso).
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
MPE DEFENDE BERNAL NO CARGO E APONTA AMEAÇA DO SUPOSTO "GOLPE 2'
Publiquei no Face,
"Só espero que o prefeito possa, finalmente, dormir traquilo, parar de se assustar com a própria sombra, encare os vereadores olhando nos olhos, chamando-os à responsabilidade de ajudar na recuperação da nossa Campo Grande e tenha um tempo para lembrar que a Vila Olinda, aqui nas proximidades do Morenão, tenha as suas esburacadas ruas recuperadas e o antigo leito da ferrovia, entre a Rua Montese, na Vila Ieda, até os limites da Vila Carlota, seja visitada pela operação de guerra no combate ao mosquito da Dengue. A Lagoa do Olarte continua lá, prefeito Alcides Bernal. Em tempo: a área da verdadeira floresta que viceja no leito da antiga ferrovia , adubada com muito lixo e animais mortos, pertence, acreditem à Prefeitura da Capital.#VAMOS TORCER PELO FIM DA ANARQUIA. CAMPO GRANDE QUER PAZ".
JUSTIÇA BLOQUEIA WAHATSAPP POR 48 HORAS
folhapress
As operadoras de telefonia celular receberam determinação judicial nesta quarta (16) para bloquear o funcionamento do aplicativo WhatsApp em todo o território nacional por 48 horas.
As teles, por meio do Sinditelebrasil, afirmam que cumprirão a determinação judicial que passa a valer a partir de 0h desta quinta (17).
A medida foi imposta sob pena de multa pela Justiça de São Paulo por meio de uma medida cautelar, mas o autor da ação está mantido sob sigilo.
As teles já vinham reclamando ao governo que é preciso regulamentar o serviço do aplicativo, que faz chamadas de voz via internet. Para elas, esse é um serviço de telecomunicações e o WhatsApp, e demais aplicativos do gênero, não poderiam prestar porque não são operadores.
Recentemente, o presidente da Vivo, Amos Genish, disse em um evento que o aplicativo prestava um serviço "pirata" e defendeu regulamentação.
Comissão de Turismo aprova projeto do Mandetta que obriga seguro saúde para estrangeiros
A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (16/12) o projeto de lei 5,542/2013, de autoria do deputado federal Mandetta (DEM/MS), que torna obrigatória a aquisição de seguro-saúde pelos estrangeiros que ingressarem no País.
O parecer favorável ao projeto foi do deputado Rafael Motta (PSB/RN) que apresentou uma emenda modificativa assegurando a cobertura mínima do seguro no valor de R$ 90.000,00 (noventa mil reais), com base no Tratado de Schengen, que orienta a valoração dos seguros de vários países do mundo.
Os serviços básicos contemplados pelo seguro serão assistência médica em caso de acidente ou enfermidade, medicamentos, odontologia de urgência, traslados sanitários e repatriação sanitária.
De acordo com Mandetta, a proposta surgiu com intuito de assegurar o atendimento à saúde dos turistas estrangeiros nos moldes de outros destinos mundiais, como Estados Unidos, União Europeia, Argentina, além de outros que exigem de seus visitantes o porte de seguro-saúde.
“Quando viajei para alguns desses países, tive que pagar pelo seguro-saúde como garantia de segurança caso sofresse algum acidente ou tivesse algum problema de saúde. E infelizmente, o Brasil não adota semelhante procedimento”, explicou.
A falta do seguro-saúde como exigência no Brasil, na opinião do parlamentar, faz com que o Sistema Único de Saúde (SUS) esteja sujeito a arcar com os custos de eventual atendimento, internação e, até mesmo, falecimento de turistas estrangeiros que visite o país desprovidos de seguro-saúde próprio com validade no território brasileiro.
“É um risco desnecessário e, até mesmo inexplicável, que se torna ainda mais grave às vésperas da realização de um grande evento esportivo, como as Olímpiadas. Com a aprovação do projeto, vamos garantir mais segurança aos turistas estrangeiros e assim, evitar mais desgaste para o SUS.”, declarou Mandetta.
O texto segue agora para votação em caráter conclusivo na Comissão de Constituição e Justiça.
Assessoria de Comunicação
O parecer favorável ao projeto foi do deputado Rafael Motta (PSB/RN) que apresentou uma emenda modificativa assegurando a cobertura mínima do seguro no valor de R$ 90.000,00 (noventa mil reais), com base no Tratado de Schengen, que orienta a valoração dos seguros de vários países do mundo.
Os serviços básicos contemplados pelo seguro serão assistência médica em caso de acidente ou enfermidade, medicamentos, odontologia de urgência, traslados sanitários e repatriação sanitária.
De acordo com Mandetta, a proposta surgiu com intuito de assegurar o atendimento à saúde dos turistas estrangeiros nos moldes de outros destinos mundiais, como Estados Unidos, União Europeia, Argentina, além de outros que exigem de seus visitantes o porte de seguro-saúde.
“Quando viajei para alguns desses países, tive que pagar pelo seguro-saúde como garantia de segurança caso sofresse algum acidente ou tivesse algum problema de saúde. E infelizmente, o Brasil não adota semelhante procedimento”, explicou.
A falta do seguro-saúde como exigência no Brasil, na opinião do parlamentar, faz com que o Sistema Único de Saúde (SUS) esteja sujeito a arcar com os custos de eventual atendimento, internação e, até mesmo, falecimento de turistas estrangeiros que visite o país desprovidos de seguro-saúde próprio com validade no território brasileiro.
“É um risco desnecessário e, até mesmo inexplicável, que se torna ainda mais grave às vésperas da realização de um grande evento esportivo, como as Olímpiadas. Com a aprovação do projeto, vamos garantir mais segurança aos turistas estrangeiros e assim, evitar mais desgaste para o SUS.”, declarou Mandetta.
O texto segue agora para votação em caráter conclusivo na Comissão de Constituição e Justiça.
Assessoria de Comunicação
Fitch rebaixa nota e tira grau de investimento do Brasil
16/12/2015 12h42 - Atualizado em 16/12/2015 14h48
Do G1, em São Paulo
Agência é a segunda a retirar a nota de 'bom pagador' do país.
Nota foi colocada em perspectiva negativa e pode voltar a ser rebaixada.
A agência de classificação de risco Fitch rebaixou a nota do Brasil e tirou o grau de investimento do país nesta quarta-feira (16).
Foi o segundo rebaixamento da nota brasileira feito pela agência em dois meses.
Foi o segundo rebaixamento da nota brasileira feito pela agência em dois meses.
A nota da dívida de longo prazo do país em moeda estrangeira foi reduzida de BBB- para BB+, o primeiro degrau do que é considerado grau especulativo. A agência também colocou a nota do país em perspectiva negativa, indicando que ela pode voltar a ser rebaixada.
O rebaixamento vem um dia depois que o governo propôs a redução da meta de superávit primário de 2016 para 0,5% do PIB. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendia uma meta de 0,7%.
Em nota, a Fitch aponta que essas constantes mudanças na meta de superávit primário (a economia do governo para pagar os juros da dívida) minaram a credibilidade da política fiscal, sugerindo um enfraquecimento ainda maior da posição de Levy no governo.
Segunda queda
A Fitch é a segunda das três grandes agências de risco a tirar o grau de investimento do Brasil:em setembro, a Standard & Poor's já havia tirado a "nota de bom pagador" do país, rebaixando a nota do país de "BBB-" para "BB+", com perspectiva negativa.
A Fitch é a segunda das três grandes agências de risco a tirar o grau de investimento do Brasil:em setembro, a Standard & Poor's já havia tirado a "nota de bom pagador" do país, rebaixando a nota do país de "BBB-" para "BB+", com perspectiva negativa.
Entre as três grandes, apenas a Moody's mantém o Brasil com grau de investimento. Mas no dia 9 de dezembro a agência colocou a nota em revisão para possível rebaixamento, indicando que ela pode ser reduzida em breve.
No senado, Moka pede para presidente Dilma assumir culpas
O senador Waldemir Moka (PMDB) afirmou nesta segunda-feira (16), durante pronunciamento no plenário do Senado, que a presidente Dilma Rousseff tem a obrigação de pedir desculpas aos brasileiros por erros na condução da economia do país.
De acordo com Moka, o governo federal tem sido omisso e até irônico em relação às manifestações. “Ao invés de dizer onde errou, o governo tem insistido em desqualificar os protestos por todo o país”, afirmou.
Moka leu trecho de matéria em que o senador Walter Pinheiro (PT-BA) se diz envergonhado com a falta de diálogo do governo com a sociedade.
“Na minha opinião, esses recados vêm desde a eleição. Não é terceiro turno, é continuidade de recado. Temos que parar e olhar para trás para ter capacidade e coragem para falar dos erros”, afirmou Moka, citando frases do senador baiano.
O sul-mato-grossense disse que as manifestações em Mato Grosso do Sul foram organizadas pela população, sem participação de partidos políticos. O senador afirmou que Campo Grande teve a maior movimentação popular de sua história, com cerca de 30 mil pessoas nas ruas. “Foi um ato espontâneo. Se o governo continuar insistindo com a tese de que o povo quer dar golpe, vai complicar as coisas”,
Moka afirmou que está à disposição do governo federal para discutir pontos do ajuste fiscal, mas exige explicações claras para que as matérias sejam apreciadas.
“O governo está achando que vai empurrar medidas goela abaixo do Senado, sem debates. Eu tenho independência nas minhas atitudes e também no meu voto. Mas estou aqui disposto a ajudar o governo, desde que as propostas tenham o cunho de melhorar a situação do país”, declarou.
O parlamentar afirmou que está sintonizado com o desejo das ruas e que não se afastará dos movimentos sociais, legítimos e independentes.
“Não sou dono do meu mandato. Ele me foi outorgado pela população e é a ela a quem explicações. Estou do lado dos manifestantes porque entendo que falta ao governo olhar na cara das pessoas e dizer por que errou, onde errou e o que precisa ser feito para corrigir”, explicou.
De Brasília
“COMBATER A VIOLÊNCIA NO CAMPO É COMBATER AS INVASÕES”, AFIRMA MARUN
“Combater a violência no campo equivale a combater toda forma de invasão de propriedade, seja a que pretexto for”, garantiu o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) ao se manifestar contrário ao projeto de lei 1.557/07, do deputado Ivan Valente, que "dispõe sobre a expropriação de glebas onde houver milícias armadas e dá outras providências". Marun entende que o proprietário rural, assim como o proprietário, podem sim contratar empresas privadas para defenderem o que a Constituição lhes garante.
Marun acompanhou o voto do relator, deputado Alceu Moreira que considerou inconstitucional a iniciativa. “Em termos de mérito, ao combater a violência no campo, não devemos de forma alguma incentivar as invasões, a invasão também é uma violência, a invasão é uma violência em relação a um proprietário legalmente constituído, que produz, que reside, que vive com sua família e que, via de regra principalmente no meu Estado, tem sido surpreendido por batidas de pistola na janela e ordem para desocupar propriedade ou casa em 5 a 10 minutos”, declarou Marun.
O deputado sul-mato-grossense lembrou que o direito à propriedade está consolidado na legislação brasileira, especialmente na nossa Constituição e “não há como defender o direito de propriedade sem defendermos o direito à defesa da propriedade, o direito de propriedade e o direito de defender a propriedade são correlatos, não são nem complementares, são irmãos siameses, seria incoerente bater no peito e dizer “eu defendo o direito à propriedade, mas tripudio e repudio o direito de defende-la”.
Continuando, Marun observou que “perante a ameaça à sua propriedade, é justo, legal e constitucional que o proprietário a defenda, isso está previsto na lei, ou por seus próprios meios, ou se não tivé-los, é justo, legal e constitucional que contrate sim, empresa de segurança para que o auxilie nessa defesa, como muitas vezes nós contratamos nas nossas residências, como se contratam nos escritórios, nas empresas, nos prédios”.
Marun chamou a atenção para o uso corrente de segurança privada. Atualmente, qualquer prédio de classe média, a fim de que se mantenha invioláveis os lares, faz uso desse serviço. Para o deputado, não existe diferença entre a cidade e o campo nesse quesito.
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