terça-feira, 16 de dezembro de 2014

O INSACIÁVEL

 Na edição de hoje do seu Correio do Estado, o empresário Antonio João Hugo Rodrigues - O AJ - começou a botar as garras de fora. Se ele convidar o governador eleito para uma pescaria no Pequiri ou para almoçar qualquer dia, de preferência numa sexta feira, no seu "cafofo" e Azambuja alegar "agenda lotada" para fugir dos desgastantes encontros, ele - como sempre faz - vai começar a chamar o futuro governo de "República de Maracaju", "Tucanato", "Curralão" e outros adjetivos normalmente usados por escribas desprovidos de imaginação.

Preparando para a guerra?

NEM ARROYO, NEM GIROTO. KAYATT PODE SER O ESCOLHIDO.

DEPUTADO ELEITO FLAVIO KAYATT PODE SER O NOVO CONSELHEIRO 
Bom dia. Está chegando ao final a novela da nomeação, ou não, do deputado Antonio Carlos Arroyo para a vaga que será aberta com a emperrada aposentadoria do conselheiro José Ricardo. Diante do "misterioso" impasse gerado com a demora do TCE em encaminhar o pedido de aposentadoria ao Executivo, a nomeação do substituto do último indicado pelo ex-governador Zeca do PT, poderá cair no colo do governador eleito Reinaldo Azambuja e... se isto acontecer o nome da vez seria o do ex-prefeito de Ponta Porã e deputado estadual eleito (PSDB), Flavio Kayatt. Com isto Azambuja resolveria um outro problema: transformaria o suplente de deputado Estadual Herculano Borges em dono da cadeira na Assembléia Legislativa. Herculano pertence ao bem aquinhoado SDD - solidariedade- que ganhará (temporariamente) também a vaga do deputado Federal Marcio Monteiro para o jovem vereador Elizeu Dionísio. Tudo indica que o pessoal do Solidariedade além de apregoar uma certa intimidade com Deus e ter a proteção Divina tem também a proteção do governador. ‪#‎OREMOS‬.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Vereadores de Campo Grande podem escolher novo prefeito em 2015


A cidade de Campo Grande pode ter uma inédita eleição indireta para a escolha de um prefeito temporário. As regras da eleição “fora de hora” são embasadas em um artigo da Lei Orgânica do Munícipio, que pode levar ao comando da prefeitura da capital um nome que a maioria dos vereadores escolher.
Foto Divulgação
Para que isso aconteça, o atual prefeito, Gilmar Olarte (PP), que se beneficiou da cassação do ex-prefeito Alcides Bernal (PP), também teria de ser cassado.

O artigo 63, no seu parágrafo primeiro, é explícito em afirmar que “ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período do governo municipal, a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga”.

“Art. 63

Vagando os cargos de Prefeito e Vice-Prefeito, far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga.

§ 1º, Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período do governo municipal, a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pela Câmara, na forma da lei”. (Emenda n. 28, de 14/07/09)

§ 2º Em qualquer dos casos, os eleitos deverão complementar o período de seus antecessores”.

Regras da eleição

A eleição indireta para prefeito, que será comandada pelo presidente da Casa, Mário César (PMDB,  não pode começar sem a metade mais um dos vereadores da Casa, ou seja, 15 dos 29.  O voto é aberto e vence quem obter pelo menos 15 votos. Caso nenhum dos candidatos, se houver mais de um, não obtenha este número, os dois mais votados seguem para o segundo turno, no mesmo dia, com eleição por maioria simples. Em caso de empate, será eleito o candidato mais velho, conforme está previsto na legislação

“Em um Estado Democrático de Direito, a eleição indireta é exceção, que tem que ser expressamente determinada”., conforme entendimento do Tribunal Superior Eleitoral.

A questão é se Olarte cai, ou se mantém em 2015, quando começa a correr o segundo biênio do mandato (2015/2016), conferido pela eleição de 2012. Ou, os “últimos dois anos do período do governo municipal”. Neste caso o TSE tem recomendado que o Legislativo Muncipal escolha de foma “Indireta” o novo prefeito. Podem concorrer pessoas maiores de 21 anos e que estejam filiadas há pelo menos um ano a um partido politico.

O prefeito Gilmar Olarte foi denunciado pelo Gaeco ao MPE – Ministério Público Estadual, que acatou a denúncia e a remeteu para o TJMS, que a aceitou.

Os crimes investigados pelo Gaeco são corrupção passiva, formação de quadrilha, lavagem de capitais e estelionato. O processo corre em sigilo no TJ-MS sob o nº 0500336-46.2014.8.12.0001.

Além disso, o prefeito também está sendo investigado pelo MPE por ter nomeado um alto número de comissionados, 1044, e muitos deles ‘fantasmas’.

Se o MPE descobrir os ‘fantasmas’, Olarte passa a ser processado por Improbidade Administrativa, e pode ter o mesmo destino de Bernal, cassado pela Câmara.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Valdir Cardoso esteve em Bataiporã levando a mensagem de Reinaldo

Levando a mensagem de renovação e mudança, itens preconizados pelo candidato do PSDB Reinaldo Azambuja/45, estive em Bataiporã no último fim de semana, quando além de participar de reuniões políticas que contaram com a presença de inúmeros apoiadores da nossa campanha para Deputado Federal sob o número 4580, tive a satisfação de estar presente às comemorações referentes aos 50 anos da sra. Ramona do Carmo, esposa do amigo Juarez de Sena, liderança tradicional da cidade, que recebeu uma grande caravana formada por parentes e amigos da família, que se deslocaram da Capital para o evento.

Valdir Cardoso com amigos em Batayporã Foto Jhoseff Bulhões
Além da presença das irmãs Deusalina, Madalena (Madá), e Dayse Delfino  estiveram prestigiando a festa das famílias Sena, Rondoura e Carmo cunhados, sobrinhos e primos da aniversariante.
Valdir Cardoso com Ramona, Dayse e Madalena Foto Jhoseff Bulhões
Durante o encontro, através de várias manifestações, tive a satisfação de receber o apoio das três famílias, quando fui incentivado pelos jovens presentes a levar avante o meu projeto de propor, na reforma Eleitoral, o fim da reeleição em todos os níveis, proporcionando, com esta medida, uma profunda renovação na nossa representação nas Câmaras de Vereadores, Assembleias e no Congresso Nacional, bem como nos Executivos Estaduais e Federal, abrindo espaço para que a juventude assuma o seu lugar no projeto que visa implantar uma política de respeito à ética e ao dinheiro público.
Valdir Cardoso com Deusalina Rondoura Foto Jhoseff Bulhões

sexta-feira, 18 de julho de 2014

ATENÇÃO, CANDIDATOS NOVOS: ESTÁ PROIBIDO FAZER CAMPANHA POLÍTICA!

(*) Valdir Cardoso

A Legislação Eleitoral em vigor impõe uma série de restrições aos candidatos a cargos eletivos nas eleções para renovação da representação política em nível estadual e nacional, com a escolha, através de eleições “livres e democráticas”, para os cargos de deputados federais, estaduais, senadores, governadores, vice governadores, presidente da República e vice presidente, sob a alegação de que as proibições esdrúxulas impediriam o abuso do “poder econômico” por parrte dos “mais ricos”. Hoje só os presidentes de partido e parlamentares com mandaato podem fazer campanha antecipada durante 4, 6 ou 8 anos antes do pleito. 

Pura balela, quando os nossos dignos representantes no Congresso Nacional, logo após a vitória do presidente Lula na eleição para a Presidência da República, em 2002, iniciaram um processo “embromatório” no ano seguinte, batizado de “Reforma Eleitoral” estabelecendo, a partir daí, o engessamento total das campanhas políticas, começando pela proibição da participação de MÚSICOS PROFISSIONAIS nos shows que atraiam milhares de pessoas aos comícios que se transformavam em grandes eventos democráticos gerando ganhos para os artistas, entretenimento para a população e oportunidade aos candidatos mais humildes a dizer ao eleitor que estavam colocando seus nomes à disposição para representá-lo na Câmara Federal ou Assembléia Legislativa, já que a população corria em massa para ver os seus ídolos no palco e acabava descobrindo que um conhecido seu, um amigo querido era postulante a um cargo público.

Este “minuto de fama” era quase um prêmio para o candidato sem nenhum recurso financeiro, pois jamais ele conseguiria reunir 30, 40 mil pessoas para apenas dizer que era candidato sem gastar nenhum tostão, pois o custo do “show” era bancado pelos candidatos aos cargos na majoritária (Presidente, governador e senador) e o “Zé das Couves” estava lá de carona e todo sorridente, mostrando sua terceira dentição produzida através de implantes em uma clínica famosas de Campo Grande. E ganhava voto com isto.
As restrições foram aumentando nos anos seguintes, gerando DESEMPREGO nas gráficas, serigrafias, micro-empresas produtoras de brindes e nas confecções que colocavam no mercado milhões de camisetas promocionais de candidatos a todos os cargos eletivos.

A justificativa dos legisladores, que sempre LEGISLARAM em causa própria, era de que proibindo a participação de cantores de todos os ritmos nos palanques, eliminando brindes e reuniões regadas a refrigerantes da Frutila, arroz carreteiro ou galinhada, diminuiriam os GASTOS DE CAMPANHA e tornariam as oportunidades iguais,. Pura mentira, enganação e estelionato eleitoral praticado pelos nossos dignos representantes no Congresso Nacional, pois a partir das proibições que GERARAM DESEMPREGO e aumentaram a procura pela BOLSA FAMÍLIA e outras modalidades criadas para engambelar o eleitor, o CUSTO DAS CAMPANHAS ELEITORAIS TRIPLICARAM, pois os poderosos usam, agora, os recursos que seriam para promover a campanha eleitoral, em um único “PROJETO DE CAMPANHA”: que é a pura e desavergonhada COMPRA DE VOTOS, isto porque muitos detentores de mandatos seriam mais vaiados do que a presidente Dilma, quando se atreve a participar de atividades públicas.

E o pior, os “legisladores” seriam vaiados em eventos por eles patrocinados, pois muitos não têm coragem de encarar o eleitor “olho no olho", pois o cidadão acompanha tudo em tempo real e sabe quem trabalha e quem são aqueles que vivem anunciando que liberaram tantos e tantos milhões para os municípios, estados e instituições filantrópicas. Tudo balela. Tudo propaganda enganosa e fruto das maracutaias implantadas a partir da “Constituição Cidadã”, que criou as famigeradas “Emendas Parlamentares”, que servem para deputados e senadores, transformados em office-boy’s de luxo, liberarem dinheiro público – recursos que Estados, municípios e entidades filantrópicas tem direito de participação no Orçamento da União- como se estivessem dando um “presente” e que o recurso lhes pertencesse, chegando ao cúmulo de aumentar seu patrimônio pessoal em milhões de reais, dinheiro proveniente de propinas recebidas através da concessão de emendas parlamentares, fatos comprovados em vários Estados da federação.

Isto vai acabar, sabem quando? Quando as pessoas elegerem representantes que vão Legislar para a maioria, começando por acabar com a REELEIÇÃO EM TODOS OS NÍVEIS, pois os parlamentares legislam em causa própria,mas um novo Congresso vai, com certeza, acabar com os privilégios da classe política, promovendo assim uma verdadeira RENOVAÇÃO nos quadros de representantes do povo, pois a reeleição indiscriminada impede que jovens ou pessoas sem mandato consigam pelo menos dizer ao povo: EU SOU CANDIDATO.

Neste pleito, se não ocorrer uma Reforma Eleitoral verdadeira, usarei pela última vez um recurso que ainda sobra: a pintura de muros com o nome e número do candidato, pois para o pleito de 2016 já estará em vigor mais esta restrição. A volta da participação de artistas em showmícios é um compromisso da minha campanha.

É importante frisar, já que nossos representantes chegam ao cúmulo de criticar a JUSTIÇA ELEITORAL como se ela fosse a responsável pelo engessamento e proibições existentes na Legislação: A JUSTIÇA ELEITORAL, apenas cumpre a sua função que é exigir o cumprimento da Lei e quem elabora as Leis e as aprovam são os membros do Congresso Nacional e, em alguns casos, aprovam MEDIDAS PROVISÓRIAS , emitidas pelo Executivo (outra excrecência).


É hora de votar para mudar,mudar com segurança e renovar com idéias e experiência.

(*) o autor é jornalista e foi prefeito de Campo Grande, vereador por dois mandatos, presidente da Câmara Municipal, deputado estadual, chefe de Gabinete da Secretaria de estado da Saúde e sub-chefe da Casa Civil e assessor especial do Governador Pedro Pedrossian. É candidato a deputado federal pelo PSDB com Reinaldo Azambuja, governador.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Bancada feminina deve dobrar na Assembleia Legislativa de MS


Valdir Cardoso (*)  


Com apenas duas mulheres entre os integrantes da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a presença feminina poderá, no mínimo, dobrar na próxima legislatura, uma vez que o número de pré-candidatas com forte potencial eleitoral é significativo, com os partidos se preocupando em lançar nomes de peso para preencher as vagas destinadas, por Lei, à representantes do sexo feminino.
Além das deputadas Mara Caseiro (PT do B) e Dione Hashioka, (PSDB?), que serão candidatas à reeleição, só em Campo Grande duas pré-candidatas com inegável folha de serviços prestados à comunidade poderão, com certeza, estar entre os 24 representantes do povo no Legislativo sul-mato-grossense.
Tereza Name a Antonieta Amorim
Trata-se da benemérita, assim chamada sem nenhum exagero, Tereza Name (PSD), irmã do deputado Jerson Domingos e esposa do empresário Jamil Name, que tem na sua história um trabalho social executado há mais de três décadas em favor das pessoas menos favorecidas, mesmo quando não tinha e nem disputava cargos eletivos; e Maria Antonieta Amorim, ex-primeira dama de Campo Grande por oito anos consecutivos, se destacando pela sua preocupação com os problemas sociais, sendo por isso mesmo, também sem nenhum favor uma mulher de valor extraordinário, do mesmo naipe de Tereza Domingos Name, Mara Caseiro e Hashioka.

Todas as coligações fizeram questão de garantir a participação de grande número de mulheres em suas chapas para a disputa das 24 vagas na Assembleia Legislativa e 8 na Câmara Federal, porém os nomes têm sido mantidos em sigilo e só serão conhecidos quando da realização das convenções partidárias que serão até o dia 30 do mês em curso.

AS CHANCES DE CADA UMA

Mara Caseiro (PTdoB)

Vou começar por aquelas que têm mandato:  Em primeiro lugar Mara Caseiro, profissional da área de saúde, ex-prefeita de Eldorado, fez um ótimo trabalho, não ficando naquele “nhem nhem nhem” de votos de pesar e homenagens desregradas, preferindo se posicionar, alertando os governos sobre os descuidos, descasos e problemas de corrupção que provocaram rombos nos cofres públicos com os desvios de recursos que, se não fossem roubados, seriam aplicados na Saúde Pública, na Educação e na Segurança. Pule de 10.


Hashioka, Dione (PSDB)

Em segundo lugar a situação da deputada Dione Hashioka é um pouco mais complicada, pois envolve um sério problema de identidade ideológica e fidelidade política. Seu marido Roberto Hashioka, cria política do ex-deputado Getulio Gideão Bauermeister, está filiado ao PMDB, partido pelo qual foi candidato a deputado federal, obtendo ótima e inesperada votação e logo em seguida conquistou, nas urnas, o direito de retornar ao comando da Prefeitura de Nova Andradina, porém já abandonou o candidato do seu partido, optando pelo apoio ao “adversário” petista.

Como fica a situação da deputada Hashioka?  No mínimo é politicamente estranha, gerando dúvidas se vai seguir a orientação do marido ou se manter fiel ao seu partido, que tem o deputado Reinaldo Azambuja como candidato ao Governo do Estado. Qualquer que seja a sua opção terá o feudo eleitoral restrito à região de Nova Andradina invadido por candidatos fiéis ao representante Tucano ou, caso contrário, por postulantes ligados aos petistas. Não poderá navegar por 90 dias nas águas turvas da política com os pés em duas canoas.
 
Tereza Domingos Name (PSD)

Tereza Name
Filiada ao PSD, presidido por Antônio João Hugo Rodrigues, Dona Tereza Name vem com o apoio do irmão deputado Jerson Domingos (PMDB) e com respaldo no seu trabalho pessoal e no prestígio da família, com amplas chances de expressiva vitória. Dispensa maiores comentários, pois só as pessoas carentes que conhecem o trabalho da Dona Tereza sabem do quanto sua presença é importante, dentro e fora da política.





Maria Antonieta Amorim (PMDB)

Ela que foi primeira Dama de Campo Grande durante oito anos consecutivos, sempre gostou de política desde a mais tenra infância, mas só se revelou para o público em geral quando, na função de recém empossada no cargo responsável pela área social da administração de Nelsinho Trad (2005) “encarou “ as águas que invadiam casas na vila Popular para ajudar no resgate de idosos, crianças e deficientes físicos presos em seus inseguros lares. Surpreendendo bombeiros, “Jipeiros” e voluntários que perguntavam: “Quem é aquela baixinha brigando contra a correnteza?”

Seis anos depois foi eleita suplente do senador Waldemir Moka PMDB), colaborando decisivamente na vitória do peemedebista. Sua história começou assim e terminará depois de muitas vitórias, com certeza.

A LINDA HISTÓRIA DAS MULHERES NA POLÍTICA E NA AÇÃO SOCIAL

Com forte tradição de participação na vida pública na região sul do velho Mato Grosso, desde a redemocratização iniciada com o fim da ditadura comandada por Getúlio Vargas em 1945, as mulheres tiveram como primeira representante a professora Oliva Enciso, que se elegeu vereadora em Campo Grande e posteriormente deputada estadual pela UDN.

Conselheira Marisa Serrano
Em eleições posteriores o Legislativo campo-grandense foi agraciado com a presença de mulheres que ajudaram e ajudam a escrever a linda história da participação feminina na vida pública de Mato Grosso do Sul, sendo elas Nely Elias Bacha, Marisa Serrano, Marilene Moraes Coimbra, Maria Emília Sulzer, Magali Picarelli, Rose Modesto, Carla Stephanini, Luiza Ribeiro e Juliana Zorzo.

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul tiveram brilhante participação as ex-deputadas Celina Jallad, Marilu Guimarães e Marilene Moraes Coimbra.

Já na Câmara Federal o Estado teve duas representantes que fizeram história: Marilu Guimarães, que foi também vice-prefeita de Campo Grande, e Marisa Serrano, que após dois mandatos, foi a primeira senadora de MS.

OUTROS NOMES

Tereza Cristina Correa da Costa
Outros nomes estão surgindo nesta eleição, dentre os quais a indicada pelo PMDB para disputar a eleição para o Senado, Simone Tebet, ex-prefeita de Três Lagoas e atual vice-governadora. A advogada Tatiana Ujacov que está tendo o seu como provável candidata pelo PSB; Tereza Cristina Correa da Costa, que pode ser vice de Nelsinho Trad ou candidata a deputada Federal também pelo PSB e vereadora Graziele Machado (PR) que vai tentar ocupar vaga deixada pelo pai (Londres Machado) na Assembleia..

Na verdade o número de candidatas está aumentando consideravelmente, pois os partidos cumprem as exigências da Legislação em vigor que destina 30% das vagas às representantes do sexo feminino.

´(*) O autor é jornalista e foi presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, prefeito da Capital, Deputado Estadual, chefe de gabinete da Secretaria de Estado da Saúde e sub-chefe da Casa Civil no Governo de Pedro Pedrossian.  




terça-feira, 20 de maio de 2014

Casamento de Cristoffer Krug e Mariane Chiad



No início do mês de maio, tradicionais famílias sul-matogrossenses se uniram através do casamento de Cristoffer e Mariane. Ele é filho casal José Claudio Krug/Dilmari Balen Krug e ela de Mario Jorge Cardoso Chiad/Eliane Figueiredo Pitzschk. Cristoffer e Mariane são formados em Agronomia e estão residindo em Santa Catariana.
Mario Jorge Cardoso Chiad  com Mariane e Cristoffer.
Os familiares de Cristoffer foram pioneiros na região de Chapadão do Sul, vindos do Rio Grande do Sul no final da decada de 60, e os de Mariane descendem de Egipcios, do lado paterno, e de pioneiros vindos de Minas Gerais e São Paulo.


Após a linda cerimônia religiosa celebrada na Igreja de São Francisco,abrilhantada pela harmoniosa voz do odontologo Fernando Chiad Lugo, primo da noiva, mais de 800 convidados, parente e amigos foram recepcionados no Golden Class, numa animada festa festa que reuniu várias gerações das familias dos nubentes, em um ambiente de muita alegria e descontração.


Animação geral na festa de Cristoffer e Mariana. Na foto Dyleine/Mario Roberto Ferreira, Valdir Cardoso, Denas Barbosa Lugo/Angela Cardoso Chiad Lugo.
Ten Cel Paulo Rogerio, Valdir Cardoso, Mario Roberto/Dyleine
Iracy Cardoso Chiad, com os irmãos Ary, Valdir, Ilda e Deoclécio, com a neta Mariane e Cristoffer.