É MUITA MALDADE, MAS NÃO DEIXA DE SER UMA BOA IDEIA (ops, nada vê, seu Lula). O Humor faz parte.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Enquanto isso no Face: Delcidio não entende protesto e leva "ralo"
Os movimentos de protesto que pipocam no Brasil têm em comum com os dos outros países a ausência de lideranças. Eles possuem identidade no mérito mas não se enquadram aos modelos vigentes. Daí a dificuldade em entendê-los.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
CONFRONTO EM SIDROLANDIA: PT QUER JOGAR A CULPA EM PUCCINELLI
Valdir Cardoso (*)
Faixa colocada em praça central de Campo Grande é a prova do
desespero dos petistas sul-mato-grossenses com a falta de ação do Governo
Federal na busca de uma solução para o gravíssimo problema do confronto que se
estabelece entre indígenas e produtores rurais em Sidrolândia e Aquidauana. A
faixa de inspiração petista traz uma mensagem prá lá de idiota:
“AGRONEGOCIO+ESTADO=MASSACRE DE INDÍGENAS.
A tentativa imbecil de jogar indígenas e produtores rurais
contra o governador André Puccinelli (PMDB) fica clara no sentido dúbio da
frase criada pelos governistas. Como se sabe o Estado, no caso é O GOVERNO
FEDERAL que, de acordo com a nossa Carta Magna, é o RESPONSÁVEL pela TUTELA dos
povos indígenas e, portanto, senhor de todas as ações em relação aos direitos e
deveres dos integrantes da comunidade indígena, através de uma Fundação Federal
que é a FUNAI.
Às prefeituras e o s governos estaduais ficam com os
problemas criados pela inoperância da FUNAI, mas não tem poderes de interferir
em assuntos indígenas. Enquanto isso a FUNAI incentiva o confronto, até para
justificar a sua existência como legítima sucessora do extinto e corrupto SPI,
Serviço de Proteção ao Índio, sepultado depois de comprovados atos de corrupção
apontados em um relatório que mostrava o roubo praticado pelo SPI contra as
nações indígenas que vão desde a venda de terras indígenas a terceiros de boa
fé até a distribuição de medicamentos com vírus transmissores de doenças tropicais
que provocaram o maior genocídio da história contemporânea.
Agora neste Governo do PT, os governistas não querem de
forma alguma reconhecer à inoperância federal na questão indígena, tentando
tapar o sol com a peneira e transferindo a culpa para os governos estaduais.
Aqui no Mato Grosso do Sul, os petistas querem aproveitar o problema para
tentar afastar o governador André Puccinelli da presidente Dilma,
transformando-o no culpado pelos problemas indígenas que começaram logo após a
Guerra do Paraguai, quando índios Terena foram massacrados nas linhas de frente
das tropas brasileiras, quando o Imperador determinou a vinda de Forças armadas
para garantir a posse das terras doadas àquela etnia em “reconhecimento pela
participação e bravura dos guerreiros terena durante o confronto com os
paraguaios no sul e sudoeste de Mato Grosso .
Se por acaso o PMDB de Mato Grosso do Sul apoiar Eduardo
Campos (PSB) ou Aécio Neves (PSDB) na disputa com a presidente Dilma, a culpa
será exclusiva do PT sul-mato-grossense que não admite dividir espaço com
ninguém, nem com os companheiros do ex-governador Zeca do PT e muito menos com
os correligionários do vice presidente Michel Temer.
Enquanto isso os correligionários do soberano senador
Delcidio do Amaral Gomez continuarão a executar o plano de afastar todo e
qualquer tipo de parceria política para dar a primeira vitória ao PT em Mato
Grosso do Sul em uma eleição presidencial. E vão tentar provar que a culpa é do
André.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Enquanto isso no Facebook...
( via Edson Alkontar )
Viernes, 17 de Mayo del 2013 Hora 10:05:16
Uma notícia veiculada pelo blogueiro Joselito Muller deixou muita gente indignada ontem: "Senado aprova pagamento de bolsa mensal de R$ 2.000,00 para garotas de programa". Hoje o blogueiro explicou o real motivo de ter veiculado o post e desculpou-se por ter usado o nome de uma Senadora do PT. Leia na integra:
Quando mentiras cretinas passam a se tornar verossímeis, é sinal que o país vai mal
A postagem publicada em meu blog na qual afirmava que o Senado havia aprovado projeto de lei que concedia bolsa de dois mil reais mensais a garotas de programa, teve uma repercussão que jamais pensei.
Leia Aqui a postagem
No referido texto, afirmei que o tal projeto era de autoria da senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo, mas depois, dada a repercussão, modifiquei o nome da suposta autora para “Maria Rita”.
A senadora publicou em seu site uma nota desmentindo a “notícia” (leia aqui) e disse ainda que colocaria a Policia Federal no encalço do autor da mesma, no caso, eu.
Solícito, disse à senadora pelo twitter que, caso ela quisesse, poderia informar meu nome completo e minha localização para poupar trabalho à PF, pois considero que seria mais profícuo que ela – a PF – dedique seu tempo a vigiar as fronteiras e tentar amenizar a entrada de cocaína que as FARC’s e a Bolívia enviam para o Brasil ao invés de correr atrás de mim.
Até o momento em que escrevo estas linhas, não obtive resposta.
Devo admitir, vá lá, que foi leviano de minha parte atribuir à parlamentar a autoria de um projeto inexistente.
Minha conduta é passível de reparação, caso sua Excelência queira me processar e, no âmbito do processo, comprove que sofreu danos em função de meu humilde post.
Redijo o presente não com escopo de me retratar, mas para expressar minha preocupação com o fato de que mentiras descabidas, redigidas em linguagem supostamente jornalística são verossímeis atualmente no Brasil.
Isso é um sintoma de que algo vai mal na política nacional, e demonstra que representantes dos poderes da República vem protagonizando atos capazes de deixar o povo estarrecido. Por isso qualquer absurdo se torna crível no Brasil de hoje em dia!
Exemplos não faltam, tais como a proposta de reforma do Código Penal, que quer punição mais rígida para quem pescar cetáceos em época de gestação, ao passo que torna o aborto de um ser humano um crime de menor potencial ofensivo, cuja pena máxima seria de dois anos de detenção e jamais teria o condão de colocar ninguém na cadeia.
Um país onde um parlamentar custa cifras absurdas ao erário, ao passo que o trabalhador convive com terríveis privações cotidianas; onde criticar o partido que encabeça o governo é taxado de golpismo, como se seus membros fossem a medida do bem e do mal; um país onde 38% dos alunos do ensino superior não sabem ler nem escrever é um cenário fértil para que o absurdo se torne rotina.
Reitero a afirmação de que, caso a senadora queira me processar, informarei meu nome completo e endereço, mas não posso me conter em afirmar que, caso este que vos escreve fosse um “blogueiro progressista”, daqueles que ganham migalhas pra adular o PT e o governo, e Sua Excelência Ana Rita fosse filiada ao DEM, ou até mesmo ao PSDB, a ameaça de me calar por meio do aparelho repressivo do Estado seria qualificada como fascismo e seria repudiada por vários setores “progressistas” Brasil a fora.
Sem querer me nivelar com ninguém, devo rememorar que O Pasquim, que fazia humor em linha que tento erremedar, sobreviveu à ditadura militar, não obstante a censura institucionalizada.
Meu humilde blog, no entanto, em pleno estado democrático de direito, corre o risco de se calar por ter deixados algumas pessoas poderosas ofendidinhas.
Esse é o país dos absurdos verossímeis!
* Vejam aqui o que a presidente Dilma achou disso tudo: http://joselitomuller.wordpress.com/2013/05/16/presidente-dilma-baixa-medida-provisoria-proibindo-blogueiros-de-mentirem-e-serem-ironicos/
* Não entendeu o texto? Então leia esse outro aqui: http://joselitomuller.wordpress.com/2013/05/17/nota-de-esclarecimento-para-quem-tem-deficit-cognitivo/
terça-feira, 30 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
O POVO QUER SABER: Por que a “briga” entre o “Lixo” e o “Couro Podre”
(*) Valdir Cardoso
A quem interessa a briga que é destacada em dois órgãos da imprensa de Campo Grande que abordam com exagerado rancor uma não comprovada irregularidade na licitação que escolheu a empresa responsável pela coleta do lixo na Capital, de um lado, e de outro o mau cheiro produzido por um curtume instalado no Indubrasil, exalando podridão no ar em uma ampla região habitada por trabalhadores do núcleo industrial?
O cidadão que não tem acesso às informações de bastidores e não tem conhecimento do envolvimento de ”figurinhas carimbadas” em rentáveis negócios com o Poder Público, não sabem que esta manchete tem por objetivo único atrapalhar algum tipo de “maracutaia” praticada por “barões" do “Quarto Poder”, empresários que, concorrentes, utilizam sistematicamente a força da imprensa para “abrir portas e sucatear o erário”, praticando crimes que, nos editoriais, juram de pés juntos combaterem o mal feito em defesa de uma sociedade espoliada e que paga a conta pelos benefícios que tais “personalidades” abocanham em negócios que nada tem a ver com a imprensa, ou melhor, com a boa imprensa.
O que o cidadão, mesmo sem saber dos detalhes, já sentiu que há um mau cheiro terrível por trás e nunca pela frente, desta briguinha entre aprendizes de mafiosos, verdadeiros imitadores de tipos tais como o eternizado no cinema e na literatura através da figura de “Dom Corleone”.
O mau cheiro que vem do “lixo” como o repugnante odor do “couro podre” é o reflexo de uma imprensa que não defende a sociedade e sim os interesses, muitas vezes escusos, de “empresários” que herdam ou montam um órgão de comunicação para pressionar governantes que por temor de campanhas engendradas nos bastidores e até em gabinetes de “representantes do povo”, provocando manchetes escandalosas envolvendo nomes de detentores do poder e até de familiares de governantes. É uma prática antiga e já foi chamada de “imprensa marrom”.
Apenas para antecipar, não se espantem os sul-mato-grossenses se nos próximos dias o “esquema do couro podre” fazer circular a informação de que há pessoas que locam, arrendam ou alugam “equipamentos” a preços exorbitantes, e como resposta a produção do “esquema do lixo” fará uma denúncia contra o “couro podre” acusando-o de não gostar nenhum pouquinho de encostar o umbigo no balcão da Secretaria de Fazenda para recolher impostos, como fazem os empresários de verdade.
E nesta briga entre “O Mar e o Rochedo sempre sobra para o Marisco”, porque na contenda, tanto o “Mar” como o “Rochedo” se locupletam e se lambuzam –“ Que fedor, my god” -, enquanto o marisco, aqui representado pelo empresário que paga seus impostos, pela criança sem acesso ao sistema de saúde, pelo indígena espoliado e usado por anarquistas, pelo produtor rural que vê o seu direito de propriedade com documentação centenária sendo usurpado por demagogos que se postam de defensores dos fracos e oprimidos, enfim sobra para aqueles representantes do povo que não tem uma arma poderosa para “abrir portas”.
A desmoralização da imprensa tradicional, que está sendo engolida – graças à tecnologia – pelas redes sociais – Facebook, principalmente- se dá porque na nova mídia, o jornalista, o homem bem informado e ético, não tem patrão.
(*) O autor é jornalista e foi vereador, presidente da Câmara Municipal, deputado Estadual e prefeito de Campo Grande. É diretor do Site www.ojornalms.com.br
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